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EDIT.WORK – Growth Sessions
O EDIT.WORK é um Workspace fundado pela EDIT. que pretende apoiar os membros da sua comunidade com recurso à educação digital. A formação e integração desta comunidade na realidade de trabalho, são os seus maiores propósitos.
O que são as Growth Sessions?
Estas são formações de curta duração, habitualmente de 2 a 4 horas, que visam ir ao encontro das necessidades formativas de empreendedores e freelancers, no sentido de dinamizar e potenciar o seu plano de negócios.
Para quem são direcionadas?
As Growth Sessions foram pensadas para a comunidade EDIT.WORK mas também para suprir as necessidades formativas de empreendedores, startups e freelancers, sendo as inscrições abertas ao público em geral.
Que temáticas são abordadas?
No decorrer deste semestre estão confirmadas Growth Sessions dentro de diferentes temáticas entre as quais Design Thinking, Social Media, Estratégia Digital, Business Analytics and Data Driven for Decision Making e UX. Fica atento às novidades no nosso site! 🙂
Qual a agenda de outubro?
No mês de outubro as Growth Sessions serão subordinadas aos temas de Design Thinking e Growth Hacking, sendo cada um dos temas dividido em 2 sessões de 4 horas:

Design Thinking for Business Innovation I:
- data: 13 de outubro
- duração: 4h
- tutor: Tânia Vieira
- público alvo: profissionais de Design, Comunicação, Marketing, Gestão, Empreendedores e a todos os profissionais que desejam aprender uma nova abordagem para a resolução de problemas complexos.
- Sobre: Os alunos irão aprender como uma abordagem focada no ser humano pode ajudar a criar soluções inovadoras para os negócios através da multidisciplinaridade, colaboração e tangibilização de ideias.
- Mais informações aqui
Design Thinking for Business Innovation II:
- data: 20 de outubro
- duração: 4h
- tutor: Tânia Vieira
- público alvo: Profissionais de Design, Comunicação, Marketing, Gestão, Empreendedores e a todos os profissionais que desejam aprender uma nova abordagem para a resolução de problemas complexos
- Mais informações aqui
Email Marketing & Automation:
- data: 16 de outubro
- duração: 4h
- tutor: João Machado
- público alvo: direcionada para profissionais de marketing, responsáveis de comunicação e webdesigners.
- Mais informações aqui
E-Commerce Fundamentals & CRO:
- data: 23 de outubro
- duração: 4h
- tutor: João Machado
- público alvo: Formação direcionada para profissionais de marketing, com foco em E-commerce.
- Mais informações aqui
Aproveita a oportunidade para adquirires novos conhecimentos e competências práticas nestas áreas do digital! 😉
EDIT.WORK – Entrevista a Tânia Vieira
” O que o processo do Design Thinking faz é explorar a criatividade através do pensamento divergente e do pensamento convergente para a criação de hipóteses numa procura contínua de soluções eficazes e focadas nos utilizadores.”
Tutora do curso Design Thinking for Business Innovation da EDIT., e das Growth Sessions do EDIT.WORK dentro desta mesma temática, Tânia Vieira dá-nos a conhecer um pouco do seu percurso profissional nesta entrevista, e fala-nos também da importância da formação em torno desta metodologia de trabalho.
1.Iniciaste a tua formação académica na área do Design. Fala-nos um pouco sobre o teu percurso, académico e profissional.
A minha formação base foi em design no IADE. Tive a oportunidade de ir para fora do país em Erasmus, onde tive acesso a métodos e formas de ensinar diferentes e com um mundo de ferramentas que me eram novidade ao dispor.
Sempre tive uma cabeça curiosa que me puxa a experimentar coisas diferentes e por isso decidi ir explorar um Mestrado em Publicidade. Ao mesmo tempo, estava a fazer um estágio em design gráfico pelo IEFP. Na altura, esses estágios eram de 12 meses, pelo que rapidamente percebi que Publicidade não era o caminho para mim e foi então que escolhi a vida de designer.
Trabalhei desde o início para a web. É certo que produzia muitos materiais para print mas o core do meu trabalho era muito centrado na web. Com esta necessidade de me centrar em material para web, comecei também a explorar o que era HTML & CSS. Ainda me lembro de fazer código com tabelas dentro de tabelas 🙂 Naturalmente que percebi que não ia muito longe com as tabelas e foi então que me inscrevi no curso da EDIT. de Front-end & Responsive Web Development onde aprendi imenso com os formadores e com as suas partilhas de experiência no mercado de trabalho. Acho que é muito importante ter esta partilha de conhecimentos e experiências. É sempre uma oportunidade de saber o que o mercado anda a fazer e à procura. Por exemplo, foi neste curso, no módulo de User Experience que descobri algo que já andava a explorar sem saber o conceito.
A partir deste curso, fiz uma série de outras formações, também na EDIT, por forma a aprender e também como especialização. Tenho a certeza que o meu percurso profissional não seria o mesmo sem a formação contínua.

2.Frequentaste o curso de Frontend & Responsive Web Development na EDIT., e especializaste-te posteriormente em UX. Qual, na tua opinião, a importância de investir em formação?
Independentemente de estar empregado ou de estar numa procura activa de integração no mercado de trabalho, a formação profissional contínua é cada vez mais encarada como um investimento com retorno.
Isto significa que com a formação, seja ela especializada ou complementar, adquirimos sempre novos conhecimentos e competências que são excelentes ferramentas de evolução qualificada e diferenciação que se podem transformar em mais valias para a evolução de carreira ou uma forma de entrar um passo à frente no mercado de trabalho.
Aliado a tudo isso, está também associada a confiança que ganhamos nas nossas próprias capacidades em resolver problemas e a colaborar através de uma boa comunicação.
Outra competência importante, é a empatia. No fundo representa a capacidade de se colocar no lugar do outro, para compreender melhor os seus comportamentos em determinadas circunstâncias e a forma como o outro reage e toma decisões.
Pensar de forma analítica é outra competência core para se ser um bom UX Designer. É necessário conseguir sintetizar e analisar informação de forma a transformar insights em novas ideias para um produto ou serviço.
Por fim, a tenacidade. Os problemas evoluem, as necessidades dos utilizadores mudam e o contexto pode ser diferente. Saber lidar com estas mudanças, os bons UX designers precisam ser tenazes. Com disposição para se lançarem a qualquer problema e às vezes o mesmo problema repetidas vezes.
Tive a oportunidade de abraçar um desafio numa empresa de Service Design. Um dos fatores chave estava na forma como o nosso foco era trabalhado na resolução de problemas que os clientes no propunham resolver, com recurso à metodologia de Design Thinking, que integram o utilizador final como parte da solução.
Resumidamente, o Design Thinking é uma metodologia de trabalho que nos permite ultrapassar algumas incertezas no momento de definição de estratégia de uma empresa em relação a um produto ou serviço. Através de entrevistas com clientes e com os parceiros, percebemos os padrões e as necessidades dos utilizadores, obtêm-se insights que trazem clareza e que permitem perceber qual deverá ser o foco na definição da estratégia.
Como o Steve Jobs disse “design is not just what it looks like and feels like. Design is how it works!” Existe a concepção de que o processo criativo é algo na esfera puramente artística e a verdade é que uma coisa visualmente apelativa não significa que seja algo que gostamos de utilizar. É a simbiose entre o visual e a experiência que um produto ou serviço possibilita que nos faz querer utilizá-lo.
A verdade é que é na fase do processo criativo que se estrutura o trabalho com a equipa e se começa a dar suporte na implementação dos princípios, mentalidades e atitudes para a geração sistemática de ideias. O que o processo do Design Thinking faz é explorar a criatividade através do pensamento divergente e do pensamento convergente para a criação de hipóteses numa procura contínua de soluções eficazes e focadas nos utilizadores.
O grande desafio está em saber identificar quais as hipóteses que devem ser testadas e validadas por forma a que estas se possam traduzir em novas oportunidades de negócio.
Estamos a falar de uma área que define a nossa experiência e interação com as máquinas e com a tecnologia. A isto chamamos Human-Centered Design, cujo objetivo é assegurar que essa interação seja uma simbiose e não uma invasão.
A evolução tecnológica das últimas décadas trouxe consigo inúmeras formas de interação como a voz, os gestos, o multi-touch e não podemos esquecer as modalidades mais emergentes, como a realidade aumentada, realidade virtual e wearables.Estamos diante um universo bastante extenso de inovação e evolução, onde Portugal tem dado passos largos na forma como quer trabalhar nesta área. Muitas empresas já perceberam que se poderem manter competitivas não podem recear o futuro mas sim ocuparem-se a criá-lo.
7.Em termos de projetos profissionais para o futuro, tens alguma meta que queiras cumprir nos próximos tempos?
Eu acredito que a exigência do mercado por UX designers continuará a crescer, não apenas na indústria tecnológica mas também noutras indústrias. Não acredito que deixemos os ecrãs de computador e dos dispositivos móveis num futuro próximo mas estou animada para ver como tecnologias emergentes, como inteligência artificial, comandos de voz, realidade aumentada e realidade virtual, se desenvolvem. Acredito que o futuro tem oportunidades empolgantes para os UX designers. Só precisamos de nos manter flexíveis e adaptáveis e aproveitar o futuro nos trouxer.
8.Enquanto formadora das Growth Sessions de Design Thinking no EDIT.WORK, que ferramentas e metodologias pretendes transmitir, e de que forma pensas poderem ser uma mais valia para o dia a dia?
O interesse crescente pelo Design Thinking demonstra o desejo pela inovação e o interesse das empresas em adoptar uma forma de trabalho mais humana, colocando o ser humano (cliente, utilizador, etc) no foco da solução.
É justamente esta vertente que espero conseguir transmitir aos meus alunos. Promover o trabalho colaborativo como forma de gerar ideias. Quero passar-lhes os meus conhecimentos em como conseguir terem o “olhar empático” quando estiverem a trabalhar em soluções provenientes desse processo.
Quero incentivá-los a colocar ideias em prática e a aprenderem com os erros: a geração de conhecimento e de valor acontece quando as ideias são testadas. Uma das premissas do design thinking é que as ideias sejam colocadas em prática através de protótipos de baixa fidelidade para serem testadas com os utilizadores e poderem ser refinadas antes de se investir em algo sem certezas.
As Growth Sessions Design Thinking I e Design Thinking II dinamizadas pela Tânia Vieira, realizar-se-ão durante o mês de outubro e poderás ficar a saber mais, respetivamente aqui e aqui 🙂
REPORT SKETCH & DESIGN PORTO
Nos dias 14 e 15 de setembro teve lugar o evento oficial Sketch and Design Porto, na EDIT. Porto e no Pólo Zero. O evento destinado à comunidade de design digital e de UX envolveu a participação de profissionais e interessados da área, com a partilha de conhecimento, experiência e novidades.
O primeiro dia do evento, sexta-feira, foi inteiramente prático, com realização de 3 workshops no âmbito das temáticas de Design Digital, User Experience, e às ferramentas Sketch, Framer e Invision. As formações, que decorreram nas instalações da EDIT. Porto, foram lecionadas por Catarina Garcia, UX & Digital Product Design Consultant, Jorge Martins, Design Technologist na Mindera, e Ângela Ribeiro, UX/UI Design na FYI Digital Innovation.
As Conference talks fizeram o segundo dia do Sketch and Design Porto, tendo sido conduzidas por Luís Vaz, Founder do Canvaz.io, de manhã, e por João Lima, UX Designer na Critical TechWorks, na parte da tarde. Do leque de oradores convidados desta edição do Sketch and Design, fizeram parte profissionais de empresas como a Prozis, Farfetch, Mindera, Miew Creative Studio, Bit – Sonae e ainda MOXY.studio. Apresentamos alguns dos principais pontos abordados nas diferentes talks e painéis de discussão:

DesignOps: effective design at scale @ Prozis
Na sua talk, Sónia Gomes, Product Design Team Lead, abordou como se pode “escalar a prática do design”. Explicou o que são DesignOps, porque são relevantes, quando devem ser usados e por quem.
Com foco no design, nos métodos e nos processos, o DesignOps é um mindset que promove a colaboração entre as três disciplinas essenciais para a construção de um produto – engenharia, produto e design, escalando o processo de design e tornado-o mais rápido e robusto, sempre com o contributo da inovação e da criatividade.
Os elementos necessários para contruir uma “cultura à escala” são, segundo Sónia, pessoas, processo e produtos. Ao longo da talk apresentou exemplos práticos e, num todo, desmistificou o DesignOps.

A evolução do produto e a gestão da sua complexidade @ Farfetch
O Senior Product Designer na Farfetch Tiago Rodrigues partilhou a sua experiência relativamente à evolução de um produto, aos pain points sentidos e como se podem diminuir, utilizando determinados processos e ferramentas.
Tomando como ponto de partida “o que é um produto”, explicou de que forma este pode evoluir, e qual o papel do Product Designer neste cenário: é o “advogado do utilizador e do negócio”, e dos interesses de ambas as partes. Neste âmbito, exemplificou com os casos de empresas de sucesso como Booking, Applee Foursquare. De acordo com Tiago, as opções do design têm de ter sempre uma validação de negócio, e de data, e há que ter em consideração que o produto “está sempre a crescer e, eventualmente, não morre”.

Discussion Pannel
No primeiro painel de discussão do dia, Luís Vaz, Sónia Gomes e Tiago Rodrigues debateram os benefícios da ferramenta Sketch e a sua utilidade no sentido de otimização de processos, além da parte criativa da criação de conceito/produto de um negócio.
Neste contexto, assumiram que é relevante utilizar outras ferramentas e plugins em jeito de complemento, dada a própria evolução da área do UX&UI Design, do Digital Product Design e da tecnologia inerente.

Hi-fi prototype: an underrated tool for eficiente products @ Mindera
Jorge Martins, Design Technologist na Mindera, começou a sua talk por falar um pouco sobre o seu percurso profissional, tendo o foco da mesma sido os protótipos HiFi – protótipos de alta fidelidade.
Desde o conceito até à execução, mostrou-nos que o caminho do design passa por diferentes fases: os desenhos em papel, os wireframes, a composição visual e a prototipagem, sendo que a alta fidelidade está associada à última etapa. Aqui situam-se os protótipos que “imitam” o produto final e são mais fiéis à realidade – não só percebermos “como é que os produtos digitais podem funcionar, mas também como é que nos sentimos a usá-los”.

UX is all about multidisciplinary teams – collaboration matters @ Miew Creative Studio
O Co-founder do Miew Creative Studio, Orlando Rocha, abordou na sua talk a importância da multidisciplinaridade das equipas e da colaboração entre todas as áreas, sejam elas do design, desenvolvimento, marketing, entre outras, para se conseguirem melhores resultados no desempenho do negócio.
Durante a sua talk mencionou a importância de valorizar as competências de cada um, tocando mesmo o conceito de T Shaped People, que nos diz as pessoas que compõem as equipas têm uma base em que são especialistas, mas depois têm empatia com uma série de outras áreas, o que torna as equipas bastante mais ricas. Considera também fundamental, para que se atinjam bons resultados, que toda a equipa deve estar envolvida no processo de trabalho. Esta metodologia de trabalho tem vantagens e desvantagens, no entanto, na perspetiva do Orlando as vantagens sobrepõem-se e tornam o processo de trabalho mais colaborativo e eficiente.

From Sketch to development – better collaboration between designers and developers @ Bit – Sonae
Joana Mesquita, UX Specialist na Bit – Sonae, falou sobre aquilo que considera ser, tradicionalmente, o modelo de trabalho e desenvolvimento, que inicialmente não é multidisciplinar. Afirma que muitas vezes o processo só passa para a área de desenvolvimento num estado mais avançado, o que poderá, na sua perspetiva, não ser benéfico para o resultado final.
Na perspetiva de Joana, envolver as equipas desde início é fundamental para o sucesso do produto final.Considera ainda que, a forma como se concretiza este envolvimento das equipas, se concretiza muito através do processo de Design Thinking, onde se desenvolvem múltiplas opções que são testadas, para que no final, se escolha a que mais se adequa. Tocando o tema da agilidade do trabalho, aborda as vantagens de diferentes ferramentas, nomeadamente do Sketch, para este processo.

A ponte no espaço entre designer e developer @ MOXY.studio
A última talk ficou a cargo de André Sousa, UI/UX Designer no MOXY.studio, que nos trouxe aquilo que é a sua perspetiva do trabalho colaborativo entre developers e designers, o que considera ser o futuro do design, bem como a importância da investigação na área.
Durante a sua talk reforçou a importância de compreender as efetivas necessidades do cliente, bem como apostar sempre numa boa performance do produto final que se apresenta. No que diz respeito ao trabalho colaborativo entre as equipas, nomeadamente de desenvolvimento e design, André diz-nos que a comunicação é a chave, saber partilhar as nomenclaturas, para que todos falem “a mesma língua”. Defende que “sem desenvolvimento, o design é inútil. Sem design, o desenvolvimento é inutilizável”. Para André, o Sketch tem um papel neste mindset, que é o de reduzir a lacuna que ainda existe entre o design e o desenvolvimento, impulsionando assim a produtividade de todo o processo.

Discussion Pannel
João Lima moderou o último painel de discussão do dia, com Orlando Rocha e André Sousa. Neste sentido, foi colocando algumas questões relacionadas com as talks destes dois oradores, bem como foi recolhendo inputs e questões do público, de forma a promover o debate. Entre outros temas, foi discutida a mais valia do Sketch nos processos de design, bem como as melhorias que se consideram importantes para esta ferramenta.

Durante o evento Sketch and Design Porto, para além dos momentos de Q&A feitas pelo público aos oradores, do coffee-break e do networking, foram ainda sorteadas 6 licenças Sketch App e 6 workshops da EDIT. – Disruptive Digital Education. Este evento, contou com o patrocínio da Sketch App, EDIT., TRONIK – Digital Recruitment, io.foundation, EDIT.WORK., uiux.pt, Super Bock e OPO.network. A EDIT. agradece também ao Pólo Zero a disponibilização do espaço para o evento.
Se não tiveste oportunidade de assistir presencialmente ao evento, podes ver as talks completas aqui:
Se não tiveste oportunidade de assistir presencialmente ao evento, podes ver o vídeo completo aqui:
7 dicas para otimizares o Storytelling da tua marca
A transparência e transmissão dos valores da marca geram a confiança e fidelização dos clientes. De forma a poderes melhorar a narrativa da tua marca, deixamos-te algumas dicas:
1.Foca-te no porquê
A narrativa deve incluir os valores da tua marca, as crenças e ambições. Esta exposição vai fazer com que os clientes que se identifiquem com essa filosofia, se sintam próximos da marca.
2.Entende as necessidades do cliente
É importante percebermos as necessidades dos clientes e contarmos a nossa história, de forma a ficar demonstrado que a marca vai, de algum modo, colmatar essas mesmas necessidades.
Se aliado a isto conseguirmos que o cliente seja o protagonista da história e que os produtos ou serviços sejam veículos para que a sua missão seja concluída com sucesso, tanto melhor.
3.Constrói confiança
Uma boa forma de fundamentares o discurso é através da transparência e utilização de exemplos reais que solidifiquem esse elo.
A confiança que os teus fornecedores, clientes e eventuais colaboradores depositarem em ti, irá ser decisiva para que potenciais clientes acreditem em ti.

4.Capta a tua audiência
Conta a tua história de forma a captar audiência. Usa e apela às emoções do cliente e mostra a personalidade da tua empresa nessa narrativa.
5.Comunica os teus valores
A nossa marca cria um impacto não apenas nos clientes mas também nos fornecedores, e os valores transmitidos com a mesma devem ter isso em consideração.
6.Sê transparente
Como mencionado anteriormente, a transparência é essencial para gerar confiança.
Tentarmos transmitir apenas o que consideramos benéfico para a marca nem sempre é sinónimo de sucesso. Os erros são um elemento comum a todos e, assumirmos por vezes que também os cometemos, gera empatia e credibilidade.
7.Age
Devemos ser audazes e avançar com as ideias em que acreditamos. A nossa imagem deve ser o reflexo da nossa personalidade, da nossa história e isso conduzirá a uma comunicação fluída e convincente. Just do it! 🙂
Direct Selling: 5 estratégias que impulsionam as vendas no digital
Para aqueles que arriscaram criar um modelo de negócio de venda digital, este é decididamente um momento importante de oportunidade, permitindo um posicionamento de sucesso.
A ascensão do E-Commerce torna-se visível pelo crescente número de consumidores que recorrem a plataformas digitais para a compra de bens e serviços.
Esta realidade representa assim uma oportunidade de expansão, seja pela retenção e fidelização ou pela conquista de novos clientes.
Indicamos aqui 5 estratégias de adaptação a esta realidade e que irão impulsionar as vendas diretas:
1. Investir em tecnologia mobile
Grande parte do nosso dia a dia é passado a navegar na internet e a distância entre os consumidores e os dispositivos de acesso à mesma é cada vez menor.
Deste modo, o acesso à internet através de dispositivos móveis tem vindo a evidenciar-se em detrimento da sua utilização em desktops.
Face a esta realidade, apostar no desenvolvimento para esta tecnologia móvel é um requisito fundamental para quem quer acompanhar e manter-se competitivo no mercado.
2. Corresponder às expectativas dos utilizadores
De acordo com um artigo divulgado pela Hyperwallet, com o amadurecimento da tão falada geração Millenial, surge também uma maior exigência por parte dos consumidores no que se refere à experiência enquanto utilizadores.
O E-Commerce deverá portanto acompanhar esta tendência e as empresas devem focar-se na inovação das suas estratégias móveis, respondendo a esta procura por parte dos seus principais consumidores.
3. Data Analytics
A era digital, onde a conectividade é uma presença constante e em expansão, deu também lugar à necessidade de análise de dados.
O sucesso do E-Commerce está intimamente relacionado não só com a análise de dados existentes mas também com a necessidade de gerar dados preditivos, que antecipem de alguma forma o que acontecerá no “futuro” e que nos permita desenvolver estratégias de marketing em conformidade com essa visão.
4. Apostar nas redes sociais
As redes sociais são, atualmente, a maior plataforma de comunicação com o consumidor.
Com o presente fluxo interminável de utilizadores online, de anúncios, de vendedores e possibilidade de transações, nomeadamente o Facebook e outras redes sociais, representam um recurso quase infinito de partilha de conteúdos e proliferação de vendas.
5. Investir na formação
O êxito de uma empresa de venda direta está proporcionalmente relacionado com o desempenho do seu departamento comercial.
Para se ser eficaz num mundo digital é necessário conhecimento digital e este deve ser complementado com uma forte aptidão social.
É fundamental implementar programas de formação que dotem os colaboradores de conhecimentos digitais assim como de técnicas de marketing socialmente conscientes.
É já do conhecimento geral que as empresas, para se manterem no mercado, têm que evoluir e adaptar-se a esta nova realidade digital que, apesar de constituir um desafio, é também uma oportunidade sem precedentes.
Estas cinco estratégias poderão ajudar, quem utiliza plataformas digitais como canal de venda, a ganhar a confiança dos utilizadores e a prosperar neste mundo em constante mudança.
Que questões devem ser colocadas antes de iniciar um negócio?
Atualmente as pequenas empresas representam a espinha dorsal da economia mundial e são inclusivamente um dos setores em maior expansão.
Constituir um negócio próprio pode resultar numa mudança radical na nossa vida e na nossa carreira, e deverá ser fundamentado com base em algumas perguntas para as quais deverás tentar obter respostas:
1.Porque estou a fazer isto?
Um dos princípios base para o sucesso é acreditarmos na nossa ideia, no nosso produto.
É necessário e fundamental pressupormos que as pessoas necessitam do que temos para oferecer e inclusivamente que isso se irá refletir numa melhoria substancial das suas vidas.
A criação de perfis que representem os nossos potenciais clientes é uma tarefa com a qual devemos despender algum tempo. A especificação é importante: desde a idade, a situação financeira, o género, interesses, o que os motiva a comprar, entre outros. Todas estas variáveis são relevantes na criação de personas.
O porquê do negócio é outra análise pertinente que nos leva a entender os valores do negócio que, muitas vezes, são a força impulsionadora do mesmo.
2.Tenho um nome que representa a marca?
Este é habitualmente um dos primeiros obstáculos que surge a quem pretende criar uma marca. Também aqui existem algumas questões que te podem ajudar:
– Representa o que vendo?
– Reflete o espírito da marca?
– É único ou muito semelhante a outro já existente?
– É flexível o suficiente que permita expandir o negócio e a gama de produtos/serviços?
– É possível obter um domínio?
Esta decisão, apesar do seu carácter muito pessoal, deve ser pensada de forma a ser, por um lado, específica o suficiente para refletir o negócio e, por outro, abrangente de modo a permitir o crescimento e expansão.

3.Qual é a identidade da marca?
As marcas de sucesso têm associada uma narrativa que para além de a posicionar como única, ainda estabelece uma ligação emocional com o público.
As cores, o logotipo e o slogan devem partir dessa narrativa e é fundamental para que o público identifique visualmente a marca e os seus serviços.
Uma boa história deve contar a motivação que nos levou a criar a marca assim como o motivo pelo qual os consumidores devem confiar nela.
4.Estou a aplicar o preço certo aos meus produtos?
O cálculo do preço de custo a aplicar deverá basear-se igualmente numa série de fatores. A tendência de mercado e o valor que o nosso cliente ideal estará disposto a pagar são fatores externos a considerar.
De nossa parte devemos aferir o custo básico do nosso serviço/produto, que deverá incluir custos indiretos, e não nos devemos esquecer do tempo gasto na projeção e elaboração do projeto. Para além disto temos de estabelecer a margem de lucro pretendida.
Ao elaborarmos este plano antecipadamente podemos utilizá-lo para avaliarmos a sua viabilidade comercial. Aplicar um preço acima do praticado no mercado é possível desde que consigamos de alguma forma convencer os nossos clientes de que é justo pagar esse valor, seja pela experiência única que o mesmo proporciona ou pela superioridade da qualidade do nosso serviço.
Acreditarmos no poder da nossa marca, na diferença que a mesma trará à vida dos seus utilizadores e dedicarmo-nos a trabalhar em prol dessa qualidade, será um fator determinante no nosso trajeto enquanto empresários.
Reforça a tua marca pessoal enquanto freelancer

Enquanto freelancer e por forma a atribuíres valor à tua marca pessoal deverás colocar-te algumas questões:
– recebes os trabalhos que mereces?
– fazes os trabalhos que gostas de fazer?
– consideras receber uma remuneração e reconhecimento justos?
Caso não estejas satisfeito com as respostas a estas questões, poderá ser o momento certo para reavaliares a tua marca.
Com base num artigo publicado pela Forbes, indicamos-te 4 passos a seguir por forma a acrescentares valor à tua marca:
1.Define a forma como te queres afirmar no mercado
Uma forma simples de iniciar este processo passa por percebermos de que forma queremos fidelizar os nossos clientes.
No fundo, devemos definir qual a experiência consistente que queremos fornecer aos nossos clientes. Podemos optar por nos destacarmos pela rapidez no serviço, pelo baixo custo, pela inovação ou até pela fiabilidade.
Termos uma estratégia de diferenciação é fundamental para o sucesso de qualquer marca.
2.Identifica as tuas vulnerabilidades
Colocarmo-nos no lugar do cliente tentando uma aproximação àquilo que é a sua visão, é o segundo passo.
Mantermo-nos a par das crescentes expectativas do mercado, fazendo face à concorrência cada vez mais desafiadora é uma tarefa constante e interminável.
3.Procura opiniões imparciais
Encontrar observadores com conhecimento e experiência, que nos ajudem a identificar lacunas e nos transmitam uma opinião honesta e confiável, poderá ser crucial para nos mantermos no caminho certo.
4.Tem em mente o double bottom line : experiência + performance
O sucesso na construção de uma marca está intimamente relacionado com um desempenho consistente mas também com a experiência que o retira desta interação.
Termos noção da necessidade de nos reajustarmos e superarmos diariamente torna-se inevitável para o crescimento de uma marca num mercado em constante mudança e crescente exigência.
Impulsiona o teu percurso enquanto freelancer
Trabalhar como freelancer é um caminho inteligente para quem procura independência financeira fazendo uso do seu talento. A tendência para seguirmos os nossos sonhos, quebrando costumes e desafiando estereótipos, é uma prática cada vez mais comum.
Se te revês nestas características, deixamos-te um roteiro que irá certamente guiar-te no caminho do sucesso:
1. Criar um site
A construção de um site com um domínio próprio é essencial para quem pretende comercializar os seus produtos e/ou serviços online.
Todas as informações que levem o cliente a inteirar-se do nosso trabalho deverão estar acessíveis na nossa página, que servirá também como veículo de interação com o mesmo.
2. Construir um portfólio
Mostrar a qualidade e diversidade do nosso trabalho é imprescindível para ganharmos o nosso espaço e identidade no mercado.
Ainda que a nossa experiência não seja vasta, ou que a qualidade apresentada até aqui não corresponda àquilo a que aspiramos, devemos ter em consideração que a apreciação externa, na maioria dos casos, é diferente da nossa, tendencialmente exigente e crítica. Não devemos ter vergonha de mostrar as nossa aptidões.
Este portfólio deverá ser atualizado, sempre com a permissão dos clientes, que poderão até deixar testemunhos e recomendações que deverão constar do nosso site.
3. Cobrar um valor razoável
Da mesma forma que os nossos trabalhos iniciais não terão a mesma qualidade que iremos conseguir com a prática, também os valores cobrados deverão acompanhar este raciocínio.
A construção de um bom portfólio é essencial para projetarmos o nosso trabalho e ganharmos o respeito dos clientes, o que conduzirá a uma valorização generalizada.
Não podemos nem ser gananciosos, nem subestimar o nosso trabalho. Aplicar um valor adequado é uma tarefa por vezes difícil, mas muito importante para obtermos a confiança do mercado.

4. Construir uma reputação
Registarmo-nos em diretórios de freelance é essencial para promovermos e divulgarmos o nosso perfil e canalizarmos potenciais clientes para a nossa página.
Existem diferentes plataformas, algumas especializadas em áreas específicas, como é o exemplo do EssayTigers, direcionado para quem cria conteúdos, e outras mais gerais onde todos os freelancers poderão inscrever-se, como é o caso do Upwork.
A competição é intensa e devemos por isso, caso estejamos em fase de lançamento de carreira, oferecer o nosso serviço a um valor equilibrado e razoável.
5. Ter uma forte presença nas redes sociais
As redes sociais são atualmente a fonte de maior audiência para campanhas de marketing e temos que utilizar as diferentes plataformas a nosso favor.
O investimento em anúncios pagos possibilita-nos alcançar uma maior audiência, potenciando a partilha dos nossos conteúdos e como resultado, o aumento das nossas vendas.
O marketing deverá também ser adaptado de acordo com as plataformas mais adequadas ao nosso serviço.
Se a escrita é importante na tua área, deverás dar especial atenção à forma como expões o teu conteúdo, conteúdo este que deverá ser partilhado em redes sociais como o Facebook e o Twitter, plataformas estas que geram um forte compromisso com os seguidores.
Se, por outro lado, o teu trabalho se relaciona com design nas suas diferentes componentes, deverás procurar plataformas visuais, como é o caso do Youtube e Instagram.
Após seguires os passos enumerados acima, terás traçado o caminho para te tornares um empreendedor de sucesso! O teu objetivo pode passar por uma opção a tempo inteiro ou por uma forma de ganhares algum dinheiro extra. Qualquer uma destas opções é válida e com a tua entrega e esforço, poderás ir mais além do que imaginaste! 🙂
Seis dicas para te manteres focado a trabalhar num cowork
Os espaços de cowork, ao proporcionarem networking, dão-nos a oportunidade de abrirmos novas portas e perspetivas. A colaboração constante com os outros membros da comunidade torna-se uma parte da nossa rotina, fundamental para o nosso crescimento.
Trabalhar por conta própria dá-nos a liberdade para investirmos naquilo em que acreditamos sem termos a obrigação de acatar decisões da entidade patronal ou mesmo de lidarmos com a competição entre colegas para atingirmos sucesso ou uma eventual promoção. Estes espaços de cowork testemunham com frequência a emergência de líderes com iniciativa e sem medo de arriscar.
Uma das maiores dificuldades de quem trabalha neste sistema prende-se com a necessidade de foco, nem sempre fácil quando trabalhamos rodeados de pessoas com diferentes hábitos e rotinas de trabalho.
Deixamos-te aqui algumas dicas que te irão ajudar a ultrapassar esta barreira:
1. Pesquisa para encontrares o espaço que mais se adequa a ti
Escolher o espaço que vai ao encontro das nossas necessidades é fundamental. Enquanto que algumas pessoas gostam de trabalhar em silêncio outras necessitam de comunicar regularmente.
Procurar conhecer as ofertas disponíveis no mercado e comparar as suas condições facilita a tomada de decisão acertada. Alguns fatores deverão ser considerados nesta escolha:
– Localização: escolher um local central, dá-nos a possibilidade de aproveitarmos uma pequena pausa para darmos um passeio num jardim ou noutro local de nosso interesse.
– Networking: espaços que oferecem uma diversidade de pessoas, aumentam a possibilidade de te relacionares com quem poderá vir a ser um incentivo à tua produtividade.
– Regalias: procura um espaço de cowork que sirva as tuas necessidades pessoais, sejam elas uma boa conexão à internet, formação ou até café e chá incluídos.
2. Sê madrugador
Habitua-te a chegar cedo e ocupa o teu lugar preferido. Adiantarmos trabalho torna-se mais fácil num ambiente tranquilo. Sê produtivo e eficiente nas tuas tarefas e aproveita para fazeres uma pausa nas horas de maior movimento.
Escolhe o momento certo para te manteres focado!

3. Leva auscultadores
Para evitares que o barulho seja uma fonte de distração, leva a tua playlist favorita e, quando necessário, abstrai-te do que te rodeia. Se a música não te ajuda neste processo de concentração, utilizar auscultadores à prova de som é uma alternativa.
4. Planeia as tuas pausas
Delinearmos as nossas pausas tem como resultado um trabalho mais eficaz. Após cada 50 minutos de trabalho efetivo é importante fazermos pequenas paragens. Deixamos-te algumas ideias que poderá considerar:
– cumpre o esquema delineado ainda que consideres não necessitar de uma pausa. O teu cérebro agradece.
– mantém-te longe de telefonemas relacionados com trabalho e evita as redes sociais. Aproveita para uma breve leitura, medita ou simplesmente descansa.
– alonga as tuas costas e mantém a tua postura equilibrada.
– socializa com as pessoas ao teu redor.
5. Faz um plano diário
Planearmos o nosso dia de trabalho irá ajudar-nos não só a cumprir tarefas prioritárias mas também a termos noção da progressão do nosso trabalho. Algumas dicas que poderás utilizar:
– pensa nos teus objetivos e porque queres alcançá-los.
– escreve as tarefas diárias que te levarão ao objetivo final.
– pergunta-te o porquê de estares a executar essa tarefa. Se não encontrares resposta, elimina-a do teu calendário.
– prioriza as tuas tarefas e compreende qual a que deve ser concluída primeiro.
– cumpre as pausas estipuladas.
– compensa-te quando cumprires todas as tarefas ao final do dia!
6. Regista o teu progresso
Quantificarmos o nosso trabalho é essencial para percebermos em que posição estamos. Fazê-lo diáriamente ou pelo menos uma vez por semana será o ideal.
Se não estiveres satisfeito com o resultado muda algo, seja a tática, a abordagem ou o método de trabalho.
Conclusão:
- Mantermo-nos focados no local de trabalho vai depender de inúmeros fatores, das nossas escolhas e do nosso compromisso para com o estabelecido.
- A escolha do local mais adequado às nossas características, o horário de trabalho, as pausas efetuadas e o registo do nosso progresso vão ajudar-te a ser mais produtivo.
Fonte – https://workfrom.co/magazine/story/stay-focused-working-coworking-space
Kit de sobrevivência para 1 nómada digital
Existem várias ferramentas essenciais para aqueles que decidem adotar um estilo de vida nómada. A Workfrom partilhou-as num artigo, e apresentamos aqui os pontos mais relevantes.
Cada vez mais pessoas fogem de uma vida rotineira e procuram uma flexibilidade de trabalho que lhes permita conhecer pessoas, culturas e diferentes países. Este sonho, cada vez mais real e acessível com os avanços tecnológicos e as vastas possibilidades pelos mesmos oferecidas, traz também inúmeros desafios.
Nem tudo é fácil na vida de um nómada e um dos principais desafios é a necessidade de carregarem consigo o necessário, mantendo a sua bagagem leve. O kit que vos apresentamos abaixo promete simplificar o percurso de um nómada nos diferentes momentos da sua viagem pelo mundo:

ENCONTRAR 1 LUGAR
Custo: Gratuito
Como funciona: Com a ajuda desta comunidade vais encontrar os melhores cafés e espaços de cowork com wifi. Em vez de perderes tempo nesta busca podes aproveitar o tempo ganho a explorar a cidade ou a adiantar trabalho.
Custo: Gratuito
Como funciona: Se precisares de inspiração para escolher o próximo destino, a Nomad List partilha contigo as melhores cidades para nómadas digitais, classificando-as nomeadamente de acordo com acessos de wifi, qualidade de vida e segurança.
Custo: Gratuito
Como funciona: Com esta aplicação poderás encontrar e comparar os melhores preços de voos, permitindo-te escolher o melhor destino e a melhor altura para iniciares a tua viagem.
COMEÇAR A TRABALHAR
Como funciona: É um hotspot móvel que te dá acesso a wifi gratuito em mais de 100 países, permitindo a conexão simultânea a 4 dispositivos.
Custo: Gratuito
Como funciona: Esta ferramenta é uma ajuda essencial na organização do trabalho. Para quem opta por este estilo de vida nómada, coordenar clientes, projetos e deadlines, é possível!
Custo: Gratuito
Como funciona: Para nos mantermos informados das notícias e tendências do mundo, mesmo quando não temos possibilidade de o fazer no momento, esta aplicação permite guardar artigos e vídeos para consultar mais tarde, mesmo quando estamos offline.
Custo: Gratuito
Como funciona: Esta aplicação ajuda a gerir o tempo útil de trabalho e as pausas para respirar e conhecer uma nova cidade mantendo a máxima produtividade.

Custo: Gratuito
Como funciona: Esta aplicação permite acionar automaticamente tarefas repetitivas que se efetuam constantemente, poupando muito tempo. A título de exemplo, é possível guardar todos os anexos de email automaticamente ou receber previsões do tempo todas as manhãs.
Custo: Gratuito
Como funciona: Esta aplicação liberta-nos de tarefas tais como enviar propostas, faturar clientes ou controlar despesas. A AND CO, fará isso por nós de forma integrada e eficiente.
Custo: Gratuito
Como funciona: O tempo que se perde com o feed de notícias é sobejamente conhecido e inaceitável. Moment pode apurar esse tempo, para que se tenha essa consciência e permita haver um foco no essencial: trabalhar.
FICAR ATENTO
Ao saltar de cidade em cidade pode-se perder com facilidade a clareza em relação a alguns aspetos. “Que horas são” ou “em que cidade acordei?” são algumas questões que alguns nómadas já se colocaram. Estas ferramentas irão ajudar a ganhar essa lucidez.
Custo: Gratuito
Como funciona: Se for necessário um momento para libertar do stress é possível, com a ajuda desta aplicação, aprender a meditar 10 minutos por dia e retirar daí a energia suficiente para o trabalho ou para explorar a nova “casa”.
Custo: Gratuito
Como funciona: As horas passadas em frente a um ecrã, nomeadamente antes de nos deitarmos, pode afetar em muito o descanso e horas dormidas. Esta aplicação ajusta automaticamente a luz do dispositivo consoante as horas do dia para proteger os olhos.
Custo: Gratuito
Como funciona: Quando viajamos é importante não apenas termos perceção das horas do local em que estamos mas também a dos nossos clientes no resto do mundo. Every Time Zone coloca-nos a par destes fusos horários.
Esperamos que com este kit de sobrevivência nómada, usufruas das tuas viagens e experiências culturais de uma forma leve e sem percalços! 🙂
