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Como será o recrutamento no mundo digital em 2019?
O final de ano trouxe consigo algumas previsões daquilo que nos reserva 2019 em diversas áreas, e a do digital não é exceção.
As perspetivas são interessantes para os recursos humanos com perfis relacionados com o marketing digital e CRM, que deverão receber uma elevada procura, devido à crescente utilização dos canais digitais das marcas, tal como sugere o Guia do Mercado Laboral, com autoria da Hays.
Se, por um lado, as marcas pretendem ganhar destaque no meio digital, por outro, também os próprios consumidores têm vindo a alterar o seu comportamento, ao longo do percurso de compra. Estes factos implicam a urgência, da parte do mercado, em recrutar perfis que tenham, simultaneamente, uma visão global, estratégica e capaz de desenvolver soluções inovadoras.
Assim, por exemplo, prevê-se dinamismo nos processos de contratação feitos no setor do retalho, principalmente no que respeita à área digital – esta que deverá manter-se em crescimento e a requerer cada vez mais recursos humanos com perfis estratégicos, nomeadamente para funções de e-commerce e market place.
Prioridades e dificuldades no recrutamento em 2019
Na lista de prioridades do próximo ano, estão as funções ligadas ao marketing digital e CRM – fundamentais para o desenvolvimento da estratégia e garantia da presença online das marcas. No caso do setor têxtil, existirá uma maior necessidade de recrutar este tipo de perfis, por força da impactante presença dos players em territórios como a Turquia e Marrocos.
Já perfis relativos a funções de market place specialist e designer de produto, por exemplo, estarão entre os mais difíceis de identificar, durante o processo de recrutamento.
Já conheces o auditório do EDIT.WORK?

Hoje em dia assiste-se, cada vez mais, à realização de eventos por parte de empresas, não só no sentido de se aproximarem dos seus clientes mas também dos seus colaboradores e, assim, conseguirem melhorar o seu desempenho e as relações que estabelecem.
A pensar nesta necessidade, o workspace EDIT.WORK, localizado na Alameda D. Afonso Henriques em Lisboa, disponibiliza um espaço moderno e funcional para a realização de eventos.
O nosso auditório, com capacidade para 200 lugares e acesso a pessoas com mobilidade reduzida, está disponível para eventos de diversos formatos, como meetups, conferências, eventos empresariais, entre muitos outros. Já tiveram lugar neste espaço encontros em torno de variadas temáticas como é o exemplo das Idf Talks, eventos do GDG e Portugal 2020, Digital Nomads, Sketch & Design Lisbon, IxDA Lisbon Conference, InnoEnergy e Hostelskills.

Além da reserva do auditório, é ainda possível aceder a todo o equipamento de projeção e som, gerido por técnico especializado nestas áreas, assim como uma equipa disponível para garantir o bom funcionamento do evento e acompanhamento dos participantes. Existe ainda a possibilidade de adicionar serviços de catering, livestream e reportagem fotográfica. O espaço poderá igualmente ser personalizado com o branding das empresas organizadoras e será ainda disponibilizada uma rede wi-fi para utilização exclusiva dos participantes do evento.
Precisas de organizar um evento e não sabes onde? O EDIT.WORK situa-se no coração de Lisboa e está à tua espera!
Se fazes parte da nossa comunidade ou és aluno EDIT., poderás usufruir de condições especiais.
Para mais informações, visita o site do EDIT.WORK ou entra em contacto connosco diretamente, enviando email para noemi.lomelino@edit.work.

Trabalhar remotamente: pela visão dos empregadores e dos empregados

Cerca de 43% da população ativa, ainda que por vezes em regime parcial, é composta por pessoas que trabalham remotamente.
Esta tendência surge na sequência da necessidade de se encurtar o tempo gasto em deslocações, assim como no desejo de se ganhar maior flexibilidade sem abdicar dos benefícios de um vínculo laboral.
Esta prática é também aceite pelas empresas, conscientes de que esta autonomia gera felicidade no colaborador e consequentemente uma maior produtividade. A possibilidade de recrutar além-fronteiras é ainda outra vantagem tida em consideração.
Não é, contudo, um assunto consensual e algumas divergências entre empregado e empregador tendem a persistir:
– Quem trabalha remotamente não faz parte integrante da cultura da empresa
Cada vez mais as empresas tentam criar uma cultura interna própria, fomentando o convívio entre os seus colaboradores e a formação de equipas em sintonia. Quem trabalha remotamente não tem acesso a esta dinâmica, o que nem sempre é bem visto pelas empresas.
É necessário, no entanto, alargarmos as nossas perspetivas e aceitarmos que nem todas as pessoas se sentem confortáveis com esta interação pessoal com colegas, o que não vem de forma alguma retirar valor ao seu trabalho. Permitir que estas mesmas pessoas trabalhem da forma pretendida poderá ser um otimizador de moral e desempenho.
– O trabalho remoto reduz oportunidades de carreira e crescimento
Esta questão depende muito das funções exercidas e dos nossos objetivos em termos de carreira.
Algumas funções, como por exemplo de um supervisor de equipa , requerem a presença física do colaborador, sendo o trabalho remoto um obstáculo.
Aqui cabe ao funcionário perceber estas limitações e à empresa criar e comunicar expectativas reais.
– Trabalho remoto reduz a comunicação deficiente
Com as ferramentas existentes não há justificação para a existência de falhas de comunicação. O Slack ou ou Skype são atualmente um veículo de comunicação eficaz e utilizado pela maioria das empresas e suas equipas.
Ainda assim, aqui ficam algumas dicas para minimizar essa distância:
– implementar ferramentas de comunicação comuns a todos os colaboradores
– explorar novas tecnologias que melhorem a comunicação
– organizar pontualmente reuniões presenciais
– Funcionários remotos devem estar disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana
Esta realidade é não apenas assumida pela entidade empregadora mas também muitas das vezes pelo próprio colaborador que considera ter que compensar de alguma forma a benesse concedida.
Isto resulta muitas vezes em solicitações pouco razoáveis por parte do empregador e por forma a minimizarmos estas situações de desigualdade, é fundamental uma comunicação clara entre ambos, gerindo desta forma expectativas de parte a parte.
– O trabalho remoto diminui a produtividade
Ainda persiste em alguns chefes a mentalidade de que a falta de supervisão direta resulta na diminuição da produtividade.
Esta relação já foi comprovadamente renegada por diversos estudos. Na realidade, e para além de ser comprovado que satisfação gera produtividade, existe uma outra série de fatores que fundamentam esta realidade.
Num escritório convencional somos consecutivamente interrompidos por colegas que solicitam a nossa ajuda ou apenas a nossa atenção.
Trabalhando remotamente podemos facilmente evitar estas situações, focando-nos numa tarefa e terminando-a num tempo útil inferior e com uma qualidade superior.
Caso estejas a considerar trabalhar remotamente deverás fazê-lo de forma consciente e esperamos que estas dicas te sejam úteis. 😉
Como incrementar o crescimento de uma startup num mundo inflacionado

Uma estratégia de crescimento desadequada pode deitar por terra todo o esforço despendido na fase inicial de lançamento de uma empresa.
Na realidade, uma estratégia de crescimento prematura é apontada como a principal causa de fracasso das startups.
Neste artigo originalmente publicado pela Forbes, são enumeradas 4 formas simples para garantires o crescimento da tua empresa neste mundo cada vez mais inflacionado. Tom Kulzer, CEO e fundador da Aweber e, Anton Mishchenko, cofundador e CEO da YouTeam, facultaram insights valiosos, baseados na sua própria experiência:
1.Utilizar marketing “boca-a-boca”
Para quem pretende avançar com um negócio sem recorrer a investidores, mantendo total controlo da empresa, é fundamental perceber de que forma pode aumentar a base de clientes.
A Weber, a título de exemplo, optou por não investir numa grande campanha de marketing, utilizando o forte poder do marketing direto efetuado por clientes satisfeitos que tendem a trabalhar com uma rede de network diversificada.
A fidelização de clientes satisfeitos e de sucesso continua a ser uma importante fonte de boa publicidade.
2.Agilizar processos
Ter clientes satisfeitos é importante, mas por si só não é suficiente. É fundamental a criação de uma estrutura adequada que garanta a continuidade do fornecimento de serviços e experiências positivas a cada um dos clientes.
Segundo Mishchenko, “Construir uma startup é como andar numa bicicleta partida, em que temos que pedalar e consertar em simultâneo.(…) Uma vez em movimento, o truque é ter processos simplificados e de alta qualidade para tudo o que a empresa faz ou planeja fazer”.
Os processos utilizados devem ser de fácil compreensão , descrevendo cada etapa a ser executada por forma a que a tarefa seja concluída com êxito.
Garantir a agilização dos processos não só facilitará a adaptação de novos colaboradores como contribuirá para que cada processo de negócio esteja alinhado com as metas finais da startup.
3.Contratar serviços externos e automatizar
Não podemos assumir todas as tarefas mas isso não significa que tenhamos que contratar colaboradores a tempo inteiro para a execução das mesmas.
Por vezes para garantirmos a conclusão atempada de um determinado projeto ou para colmatar uma necessidade pontual podemos e devemos por exemplo, recorrer a trabalhadores independentes que trabalhem remotamente. Existem neste momento muitas opções disponíveis no mercado e utilizar estes recursos menos dispendiosos libertam-nos para nos dedicarmos a tarefas mais importantes que contribuem diretamente para o crescimento da empresa.
4.Construir a equipa certa
Torna-se inevitável, com o crescimento da startup, a contratação de novos colaboradores. Este processo em si tem uma margem de erro considerável e chegar à fórmula certa leva o seu tempo.
Compreender se aquela pessoa é o investimento certo para as funções a desempenhar não é uma tarefa simples.
No caso de uma startup é peremtória a contratação de profissionais motivados, inovadores e que tenham entusiasmo em crescer com o negócio. Assumir o erro de uma contratação e ter a capacidade de com rapidez solucionar essa falha é igualmente decisivo.
Implementar o crescimento de uma startup representa uma oportunidade mas também uma decisão de risco.
Utiliza as informações indicadas para orientares a tua estratégia e por forma a garantires o alcance de novos clientes e desafios enquanto manténs as finanças da tua startup em dia. 🙂
Report IxDA Lisbon Conference 2018

A IxDA Lisbon Conference 2018 decorreu no passado dia 24 de novembro e foi um evento da IxDA – Interaction Design Association de sucesso! Mais de 170 pessoas estiveram presentes no EDIT.WORK para assistir às diversas talks e discussion panels, e fazer parte dos vários momentos de networking destinados à comunidade de Design Digital e Interativo.
O painel de oradores convidados do evento refletiu uma enorme experiência e know-how da área, sendo composto por profissionais de agências e empresas como a Google, R/GA London, Outsystems, WYGroup, MilleniumBCP, PublicisOne, McLAREN, Landing.jobs e Premium Minds.
Tânia Vieira, UX Specialist na Premium Minds e tutora da EDIT., foi a host do evento e responsável pela moderação dos painéis de discussão entre estes profissionais. A EDIT. agradece o excelente contributo e papel desempenhado na condução do mesmo!
Neste report partilhamos alguns dos principais pontos abordados nas diferentes talks da IxDA Lisbon Conference 2018:
The #1 Secret To Sell Your UX Projects @ Publicis One
Como vender projetos de User Experience Design? Este foi o mote da talk de Zarik Ahuir, Digital Creative Director na Publicis One, que começou a mesma por abordar algumas das frustrações dos profissionais desta área.
Como referiu, as coisas “mais simples não são necessariamente mais fáceis” de se fazer, e nesta área de trabalho as emoções devem ser primeiramente consideradas, e só depois o lado racional aplicado. E é importante perceber que cada membro de uma empresa ou agência, tal como os seus clientes, todos fazem parte do sistema e são uma equipa no sentido de chegarem juntos ao target final, e essa noção deve ser sempre pensada e transmitida. Zarik materializou a sua apresentação com vários casos reais, como é o exemplo da Apple, FOX ou MediaMarkt.

Before Design @ WYGroup
Miguel Franco é Digital Creative Director no WYgroup e apresentou, na sua talk, alguns pontos que considera essenciais no âmbito do design, e dos seus profissionais: ser curioso, ativando o “modo explorador” e descobrir novas perspetivas, desafiando-se constantemente.
Questionar tudo, sair fora da zona de conforto, experimentar novas atividades e skills, e aceitar a cultura do erro, são algumas das outras das características e ações fundamentais para os profissionais da área. Com base no seu percurso, o Digital Creative Director partilhou algumas das suas experiências, positivas e negativas, e como estas contribuíram para a sua evolução profissional.

It’s Not Design If You Ain’t Thinking Together @ Millenium BCP
A tutora da EDIT. e Experience Design Director no Millennium BCP, Carla Fonseca, focou a sua talk na temática do Design Thinking, desde a sua génese. Este pensamento, aplicado através de várias metodologias e frameworks em empresas como o exemplo apresentado da IBM, traz uma série de benefícios como a redução do tempo dedicado ao design e desenvolvimento, e a chegada mais rápida ao mercado dos projetos criados.
Carla apresentou e utilizou a hashtag #DesignTogether para conduzir a sua talk, uma expressão que diz respeito à importância de se desenhar com os utilizadores, com os clientes, com outras áreas e outros designers, reforçando estes pontos com exemplos práticos e reais.

A Toolkit for Designers: Navigating A World In Flux @ Google UK
Manasi Agarwall, Interaction Designer na Google em Londres, começou a sua talk por falar um pouco sobre o seu percurso académico e profissional. Com foco nas principais ferramentas utilizadas pelos designers no seu dia a dia de trabalho, Manasi abordou de que forma é que o nosso comportamento e recetividade à aprendizagem tem um papel fundamental para o sucesso e evolução daqueles que trabalham nesta área.
Durante a sua talk mencionou a importância de absorver o máximo de conhecimento possível e da necessidade de estes profissionais saírem da sua zona de conforto. Alertou ainda para o cuidado a ter na utilização da internet como fonte de novo conhecimento, pois muita da informação que consultamos apenas nos faz dispersar e perder o foco. Na perspetiva de Manasi, tudo o que fazemos tem um grande impacto num futuro próximo e pode mesmo inspirar outras pessoas.

“Why are we doing this?” – A Case For Questioning Everything @ Landing.jobs
Luís Pereira é Product Lead na Landing.Jobs e abordou a importância de questionar tudo o que fazemos e como esta característica pode ajudar no sucesso de qualquer profissional. Partilhou ainda um pouco sobre a sua personalidade, enquanto pessoa e profissional da área e como procura sempre uma explicação para o que está a fazer.
Para que se atinjam bons resultados, Luís considera fundamental existir um bom planeamento e metodologia de trabalho, sendo crucial definir os objetivos e as métricas que pretendemos alcançar com o projeto. Mencionou ainda a importância de envolver toda a equipa no processo de trabalho, tornando assim o mesmo mais colaborativo e eficiente.

Growing UX At Outsystems: 5 to 50 in 5 years @ Outsystems
O Director Product Experience na Outsystems, Gonçalo Veiga, partilhou algumas das aprendizagens que teve durante o seu percurso profissional e até chegar às funções que ocupa hoje na Outsystems.
Na sua talk, Gonçalo referiu a importância de querer aprender e de passar conhecimentos aos outros, e de como a nossa perspetiva pode fazer toda a diferença no sucesso de um projeto. Usabilidade foi a palavra de ordem na talk de Gonçalo Veiga e que tem sido fundamental no sucesso dos projetos implementados pela Outsystems nos seus clientes.

Designing For The Age Of The Machine @ Mclaren
Daniel Nobre, UX/UI Designer & Project Design Lead na Mclaren, foi o segundo orador do painel da tarde. Falou-nos do seu percurso e formação profissional assim como do desafio inerente às suas funções na Mclaren.
A temática escolhida levou-nos a refletir acerca da rapidez com que a tecnologia se renova e da responsabilidade do designer, ao se encontrar numa posição previlegiada para compreender este impacto na nossa realidade, em pensar e agir de forma eticamente correta.
Nesta talk abordou também a forma surpreendente como a nossa mente se adapta e interage quase que naturalmente com a evolução tecnológica, tornando imprescindível a capacidade de previsão no que se refere ao produto e às necessidades do consumidor no futuro. O que seria impensável há uma década tornou-se na realidade de hoje.

Designing Brand Experiences Driven By Data & AI @ R/GA London
Zoha Zoya exerce atualmente a função de Experience Designer na R/GA, uma agência de design digital com cerca de 18 escritórios espalhados pelo mundo. Aceitou este convite e voou de Londres para nos presentear com uma talk inspiradora e motivacional.
A Inteligência Artificial foi o mote principal desta talk, transportando a audiência para o momento em que começámos a delinear este modelo, elucidada para o seu impacto no nosso dia a dia e conduzida para aquilo que será o seu futuro. Com a crescente procura dos utilizadores na personalização das suas experiências, torna-se imprescindível às empresas a recolha de dados que lhes permita atender a esta exigência. Zoha alertou para a nossa responsabilidade em construir e desenhar a IA centrada numa abordagem humana que respeite as nossas necessidades mas também a nossa privacidade.
A talk terminou em torno da responsabilidade dos designers em acompanhar estas mudanças e de compreenderem que nenhum produto é um produto final.

No fim do evento, foram sorteados 10 workshops EDIT., 2 Special Goodie Bags InVisionInVision, 2 bilhetes para a Conferência Conf.Land e 3 licenças Sketch.
No total, o valor arrecadado foi inteiramente doado à Make-a-Wish. Muito obrigado a todos, pelo contributo, e pela presença!
Se não tiveste oportunidade de assistir ao evento, podes ver as talks completas aqui:
Call for Tourism: Portugal Ventures investe em startups de turismo

A Portugal Ventures é uma operadora de capital de risco que investe em startups nas áreas de Tecnologia, Ciência e Turismo.
Com o objetivo de estimular a criação de startups assim como o desenvolvimento de negócios de turismo, lançou a Call for Tourism.
Este desafio é dirigido a projetos que ofereçam produtos ou serviços que contribuam para o desenvolvimento da oferta turística e beneficiem a experiência do turista.
Com a cooperação do Turismo de Portugal, serão identificadas startups e negócios que respondam ao desafio. Poderão ser selecionados projetos de base tecnológica, que desenvolvam ferramentas ou plataformas digitais, ou projetos não tecnológicos, desde que no âmbito do repto lançado.
Num total de 18 milhões de euros de investimento, cada projeto selecionado poderá receber até 1,5 milhões de euros assim como acompanhamento na gestão e decisões estratégicas.
Com o posicionamento de destaque do turismo no desenvolvimento da economia portuguesa, este projeto vem dar resposta à necessidade das empresas do setor de fazerem face a esta demanda, necessitando para isso de investimento que conduza ao seu crescimento contínuo.
As candidaturas prolongam-se até 20 de dezembro e devem ser submetidas online aqui. Se preenches estes requisitos, investe nesta oportunidade. 🙂
IxDA Lisbon Conference 2018

A IxDA – Interaction Design Association, associação internacional de designers, irá organizar um evento sobre Design Digital e Interativo no dia 24 de novembro, sábado, no auditório do EDIT.WORK, em Lisboa. A EDIT. – Disruptive Digital Education é parceira deste evento, que irá abordar temáticas que vão desde o User Experience Design (UX), ao Digital Product Design e Design Interativo.
A IxDA Lisbon Conference 2018 surge assim como um evento organizado pelo IxDA, comunidade que conta atualmente com uma network global de mais de 100 mil pessoas. Do evento a decorrer em Lisboa irão fazer parte a apresentação e debate de novas ideias e metodologias nas áreas referidas, através de talks, discussion panels e momentos de networking.
Irão dar o seu contributo diversos profissionais e oradores, nacionais e internacionais, de agências e empresas como a Google, R/GA London, Outsystems, WYGroup, Millenium BCP, Publicis One, McLAREN, Landing.jobs e Premium Minds.
O auditório do EDIT.WORK, o workspace da EDIT., irá assim receber a IxDA Lisbon Conference 2018 no dia 24 de novembro, entre as 10h00 e as 18h00. O evento será em inglês e tem lotação para 225 pessoas.
Foram diversas as empresas que se juntaram como patrocinadoras deste evento, nomeadamente a Outsystems, a InVision, o Sketch, a Conf.Land, Staples, Fruut, 360 Imprimir, Musa, RedBull e TRONIK.
Para participar, basta efetivar a inscrição no site do evento. Esta terá o custo de 5€, valor que irá reverter na totalidade para a associação Make-A-Wish Portugal.
Para mais informações basta visitar o site do evento em https://ixdalisbon.org/.
Urban-X investe em startups portuguesas

O Urban-X, criado pela Mini/BMW é um acelerador de startups na área das tecnologias e design urbanos.
Fundado em 2016 e com sede em Nova Iorque, o Urban-X facilita não apenas o financiamento e logística como ainda integra as startups numa rede de contactos onde constam investidores, clientes e parceiros.
Numa parceria com com o NewCo Portugal, o programa estende-se às startups portuguesas , que poderão apresentar a sua candidatura até ao dia 15 de abril de 2019.
O projeto, com o tema ” Reinventar a vida nas cidades”, oferece aos selecionados um investimento inicial de 100.000 dólares e a possibilidade de frequentarem um programa de 20 semanas, preferencialmente na sede do Urban-X em Brooklin, Nova Iorque.
Se é este o estímulo que a tua startup precisa para consolidar o seu crescimento, prepara a tua candidatura! 🙂
Why usability testing can make a difference on your business
Written by TÂNIA VIEIRA
Have you ever try out a trial version before subscription in order to check if a product is easy to use, understandable and does what you need it to do?
That’s exactly what usability testing is. Testing is like the holy grail of the UX process.
Usability testing has been around for a long time and yet many companies, large and small, don’t factor it into their workflow. Reasons range from, “It’s too expensive, it’s not in our budget,” or, “We don’t need to do user testing, let’s just focus on the analytics as that tells us enough,” to “We already know what our customers need.”
If so…well, you are wrong.
Watching users try to accomplish tasks on your website, mobile app, or another software product, is the most effective and efficient way to uncover usability problems.
According to Forbes, various large brands report that UX and usability testing have taken their business to the next level. For example, IBM reports that every dollar invested in usability brings a return from 10 to 100 dollars. Amazon’s Jeff Bezos invested in usability design 100 times more than in marketing during the portal’s first year. According to Bezos, this strategy was the one that led to Amazon’s overwhelming success.

The chart focuses on how usability testing budgets have increased through the years. Source.
Therefore, the benefits and purpose of usability testing are easy to understand. The earlier in the process you identify usability problems with a design, the earlier they can be fixed before the design is implemented or mass produced. Additionally, testing early and often will cut a lot of unwanted costs in the long way. This also applies throughout the project lifecycle everytime you design something new, you should be able to test it.
Usability studies can also be a persuasion tool. When your design recommendations meet resistance, it can be better to show rather than tell.
The most common mistake when designing and building something, is when you think you have it all figured out about how users will use and interact with your product.
You are wrong again. And this image below it’s a great way to explain why.

Yes, you have been working for a long time in the same project and you have a great amount of knowledge about how your users use your product now. But if you are designing something new, you need to test it.
Why? Because usability testing is not just for designers to understand how to make better designs but it is also an important tool to influence the rest of the stakeholders like clients, their sales/support team, project managers, developers and other designers.
Your product is an evolving product. So be ready to kill your babies if you have to.
Every stakeholder involved may have a different point of view for a design decision. Being subjective by nature, design decision often leads to long debates among stakeholders. Most often design decisions are influenced by a person who holds the highest position among fellow stakeholder or has superior oratory skills.
In short, metrics help us in iterating and validating design concepts. It gives objectivity to design debates and it helps in taking fact-based design decisions.

Still need some clarity about why usability testing is a good idea? Here you go:
- To check if product meet user’s expectations
- Matches business decisions to real-world use
- Removes flaws in the product
- Allows you to see how successful users are with their tasks
- Useful for getting user reactions and feedback about the product
To sum up, when done correctly, usability testing can provide you with powerful knowledge and insight you can take back and share with your key stakeholders, allowing them to see the true benefits of speaking to your ‘real’ users. This type of information is vital if you want to create a successful product that will engage your users and win their hearts keeping them coming back for more, ultimately turning them into your loyal users.
Já conheces o Creative Business Studio?
O Creative Business Studio é um programa de aceleração que oferece suporte a 6 cidades europeias, para que estas lancem produtos ou serviços criativos.
Em parceria com a Impact Hub Lisboa, este programa é gratuito para os seus participantes e pretende transformar 20 ideias inovadoras em negócios de sucesso. Inclui 5 dias de business workshops para a definição da estratégia, 3 meses de apoio para o lançamento de um crowdfunding, um mentor da indústria e um bootcamp internacional de 7 dias em Madrid. Tudo isto para desenvolver ideias e construir uma boa relação com as indústrias criativas.
Os candidatos deverão ser jovens entre os 18 e os 30 anos, serem provenientes de uma área criativa e com ideia de um produto ou serviço inovador, bem como ter conhecimentos intermédios de inglês.
As candidaturas decorrem até ao dia 28 de Outubro, e poderás consultar todas as informações aqui


