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9 indícios de que estás desmotivado no trabalho.

Pequenos sinais de que algo não está bem começam a surgir e de repente o problema ganha proporções alarmantes.
E se descobrisses que o causador do mau ambiente és tu? Já pensaste que podes ser um funcionário problemático?
Se achas que não estás a fazer um bom trabalho, é importante que pares e reflitas. Só quando encontrares o motivo para as coisas não estarem bem é que consegues corrigir a situação.
Ninguém é um trabalhador exemplar que não comete erros, existe sempre algo a melhorar.
Aqui estão 9 sinais que te vão ajudar a entender se estás desmotivado:
Não és pontual
Não importa se te esqueces dos prazos, se chegas atrasado às reuniões ou se te arrastas para o trabalho em horários aleatórios. A mensagem que passas é de que não respeitas o teu tempo e o tempo dos outros que podem estar dependentes de ti para a conclusão do trabalho.
Inventas desculpas
Não uses desculpas para esconder a tua falta de motivação; sabes que isso só vai agravar a situação.
Fazes o mínimo
Fazes de tudo para te safares de novas tarefas? Não sugeres ideias ou projetos? Já não te lembras bem do significado da palavra “criatividade”? Vá, admite, limitas-te a fazer o suficiente.
Sabes que aquele sorriso amarelo que colocas quando te dão novos desafios, vai deixar de enganar seja quem for e, aí, corres o risco de arruinar a tua reputação e a tua ética profissional.

Gostas de mexericos
Se achas que, por saberes dos mexericos de toda a gente e de comentares a vida pessoal de um e de outro, és a pessoa mais sociável da empresa, estás muito enganado. As fofocas e os boatos, um dia, podem virar-se contra ti. E, lembra-te, quem te fala mal dos outros é porque fala mal de ti aos outros também.
Estás convencido de que és o mais esperto do mundo
É bom ter confiança e, claro, ter conhecimentos em várias áreas. No entanto, ninguém quer trabalhar com um colega arrogante.
Não acreditas na missão ou nos valores da empresa
Para ti, os objetivos da organização são antiquados e não te fazem sentido de todo. Se não te enquadras e não queres seguir o caminho da empresa, começa à procura de outro trabalho agora mesmo!
És menos produtivo do que teus colegas
Todos os outros colaboradores são super talentosos? Provavelmente não. Tu apenas não estás motivado como os eles.
Um minuto parece que demora uma hora a passar
A tua principal ocupação é olhar para o relógio ansioso que chegue a hora de saída do trabalho? Já não te consegues concentrar, nem te importas o suficiente para te esforçar. Já não te sentes comprometido com o teu trabalho.
Não te dás bem com ninguém na empresa
Sim, é possível que todos na tua organização sejam terríveis. Embora possas não ser tu a estar bem, quando és o soldado que na marcha levanta a perna direita, enquanto todos os outros levantam a esquerda.
E agora, já consideraste que podes ser o problema?
Mas, calma! Não fiques já alarmado. Não significa que sejas um mau trabalhador ou que não sejas responsável. Como vimos, simplesmente, podes estar no cargo errado, numa empresa com princípios diferentes dos teus ou até podes não simpatizar com os teus colegas de trabalho (ou eles contigo).
Encontra o teu lugar, constrói o futuro à tua maneira e torna-te na pessoa que tu queres ser!
Como ser líder, ainda que não se seja um “chefe”?

Como ser líder, ainda que não se seja um “chefe”?
O que podemos fazer para aumentar a nossa influência? Debrucemo-nos, primeiro, acerca da definição de “liderança”. Associadas a este conceito, surgem várias definições, como resultado da evolução dos tempos.
Se procurarmos no dicionário, encontramos a seguinte definição: “função de líder; chefia; orientação”.
Por outro lado, se nos reportarmos ao contexto da gestão, são várias as definições que podemos encontrar na literatura, tais como a de Jacobs & Jacques, que definem “liderança” como “o processo que dá um propósito ao esforço coletivo”, e a de Rauch e Behling, que desenvolveram outra descrição para o conceito: “o processo de influenciar as atividades de um grupo organizado em direção à realização de um objetivo”.
O essencial não é a busca pela definição mais correta, mas sim compreender e evidenciar a forma como as diferentes perspetivas se complementam.
Ao longo deste artigo, propomos que penses em “liderança”, como sendo “a arte de mobilizar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos com o objetivo de alcançar um propósito comum”, como sugere Maria João Figueiredo, Managing Partner na In2Action.
Colocamos-te as seguintes questões: o desafio de exercer a referida liderança, dentro das organizações, é exclusivo dos cargos de chefia/gestão? Ou poderá a liderança ser exercida no contexto da esfera de ação e influência de cada trabalhador?
De acordo com John C. Maxwell, autor do livro O Líder 360, qualquer trabalhador, no âmbito da sua esfera de atuação e influência, poderá, no seu dia a dia, exercer um papel de liderança, começando em si mesmo e pelos assuntos que dele dependem, diretamente, ou nos quais poderá ter influência.
Neste sentido, é possível concluir que, para o referido autor, a liderança significa influência – existe, portanto, uma relação direta entre a nossa capacidade de liderança e a nossa capacidade de influência.
Regressando à questão inicial: o que podemos fazer para aumentar a nossa influência? Partilhamos, contigo seis dicas que poderás colocar em prática, já a partir de hoje, para que consigas amplificar a tua influência.
1- Pergunta, ao invés de, simplesmente, assumir determinada ideia.
Coloca questões abertas que te permitam entender melhor a perspetiva do outro.
2- Escuta de forma interessada e atenta.
Enquanto ouves ou conversas com alguém, demonstra interesse, levando o outro a sentir-se ouvido e reconhecido.
3- Valoriza perspetivas distintas das tuas.
Aceita e valoriza outros pontos de vista e opiniões diferentes das tuas. Assume a diversidade de perspetivas e reconhece a mais-valia que poderão ser para a tua própria forma de pensar.
4- Procura as razões que estão na origem de certo pensamento ou atitude.
Que motivo levou aquela pessoa a pensar daquela forma? Ou a comportar-se daquela maneira? Fomenta o diálogo, questiona e procura perceber qual a motivação que levou o outro a ter determinada atitude ou perspetiva, bem como aquilo que tenciona alcançar com isso (os seus objetivos).
5- Esclarece e explicita os teus objetivos e intenções.
Os teus objetivos estão claros para ti? Se não, começa por clarificá-los para ti próprio, em primeiro lugar. Se sim, deverás, a partir de agora, partilhá-los com aqueles que te poderão ajudar no sentido da sua concretização.
6- Alimenta os relacionamentos.
Incentiva o networking, cria relações de confiança e cumpre a tua palavra, naquilo que diz respeito a compromissos assumidos, anteriormente. Estimula “(…) relações honestas, transparentes e construtivas”, sugere Maria João Figueiredo.
Se pretendes atingir resultados diferentes, aumentar a tua influência e estabelecer alianças poderosas, arrisca e assume o desafio de despertar o líder que há em ti!
IGTV: Qual o potencial desta arma do Instagram?

No âmbito do Social Media Marketing, o vídeo assume-se como um dos formatos mais úteis e eficazes. Tal é reforçado com a informação da Cisco, que afirma que em 2019 80% do tráfego da internet será em forma de vídeos.
As Instagram Stories são um bom exemplo de como a criação e produção de vídeos se tornou popular. Estas conseguiram duplicar os utilizadores que o Snapchat tinha, revelando-se uma forte prova de que até os micro vídeos podem ter um longo percurso no mundo do social media.
Mas estarão as pessoas interessadas em vídeos de longa duração? E no futuro? Tal como no YouTube, o formato de vídeos mais longo é a “especialidade” do Instagram TV (IGTV). Apresentamos abaixo algumas das suas características, como pode ser utilizada e boas práticas, partilhadas originalmente num artigo do Digital Marketing Institute.
O que é o IGTV?
O IGTV é uma app que pode ser usada sozinha ou com o Instagram. Fundamentalmente, é a resposta do Instagram ao YouTube, ao possibilitar a visualização otimizada de vídeos longos em dispositivos móveis. Qualquer utilizador pode configurar o seu próprio canal e partilhar conteúdo de vídeo com duração até uma hora. Cabe ao utilizador ou à marca decidir se deseja ou não criar conteúdo específico do canal, ou conectá-lo a vídeos que já se estejam a partilhar no Instagram.
A principal diferença entre o IGTV e as Stories é que estes vídeos duram tipicamente entre alguns minutos até uma hora no máximo. Atualmente, apenas os utilizadores mais populares e verificados podem criar vídeos de uma hora de duração.
Além disso, enquanto se usa a app, os utilizadores estão conectados automaticamente a seguidores do Instagram que estão a usar intencionalmente a aplicação. Nesta app também é possível continuar a assistir a um vídeo anterior que se tenha parado em determinado ponto. Resumindo, transmite a sensação de “mudar canais numa TV” sem ter de lidar (ainda) com anúncios, mas também (ainda) sem a variedade e versatilidade do YouTube.
IGTV vs. YouTube: Qual o melhor?
O uso do IGTV irá oferecer aos utilizadores individuais e marcas alguns benefícios em relação ao YouTube. Por um lado, não há anúncios publicitários atualmente, o que permite progredir no conteúdo sem interrupções e evitando que os espectadores percam o interesse e mudem de canal ou app.
O IGTV também foi desenhado para a utilização em smartphones, com vídeos verticais que não obriguem os utilizadores a mover os telemóveis para uma posição horizontal quando querem ver este conteúdo. É otimizada não só para a visualização como também para o carregamento e envio de vídeos através dos telemóveis de uma forma mais fácil.
As duas aplicações de social media irão, sem dúvida, competir, com o Instagram a ter um público de 1 biliãojá “embutido”, mas com apenas uma fração das pessoas atualmente envolvidas no IGTV. Contudo, dada a rápida ascensão à popularidade que o Instagram Stories teve há alguns anos atrás, pode-se também assistir à superação dos números do YouTube.
Como usar o IGTV nas campanhas de Marketing
Configurar o canal
O primeiro passo consiste em fazer download da app, clicar no ícone das “Configurações” e criar o canal. Vale a pena mencionar que a este ponto, tal como o YouTube, o IGTV é otimizada tanto para computadores como para dispositivos móveis, por isso, quem se sentir mais confortável a trabalhar ou visualizar no computador, isto não será um problema.
Iniciar o upload
Depois se configurar a app e a biografia otimizada, é muito fácil passar para a fase de uploading/carregamento. É importante lembrar que não se pode gravar vídeos imediatamente como no Instagram ou Instagram Stories. Isto tem vantagens e desvantagens mas, no geral, é configurado como no YouTube, onde se podem criar uma série de vídeos, editá-los e lançá-los mais tarde. Pode-se carregar quantos vídeos se quiser para a galeria, e após esse tempo estarão prontos para serem exibidos de forma imediata. Os seguidores no Instagram verão esses vídeos automaticamente, mesmo que não estejam a usar literalmente a aplicação IGTV.
Dicas e boas práticas para o IGTV
Tal como qualquer outra estratégia de social media, convém criar vídeos para o(s) público(s)-alvo específico(s) para quem se está a comunicar e se pretende atingir: para isso, é preciso ter uma ideia do que já se faz no Instagram e também manter a coerência em termos de marca, recursos visuais e cronograma de partilhas. Depois de se postar, também se podem partilhar os vídeos IGTV através dos outros canais, e no canal normal do Instagram.
Deve-se assegurar de que os vídeos têm 15 segundos ou mais, mas não superiores a 10 minutos. Dependendo do produto e mensagem, um vídeo de 3 a 4 minutos é tipicamente um bom tempo para ser usado, considerando que o público tem um tempo provável de atenção de 1 minuto, por isso, que seja completamente claro logo no início sobre o que se está a fazer ou irá falar. Outra opção será criar uma série de vídeos e dividi-la em partes menores.
Além disso, na introdução, deve-se confirmar se não se está a ouvir música ou a falar demasiado alto, pois isso pode desestimular as pessoas, especialmente se estiverem a ouvir num local público ou com fones nos ouvidos. Estes vídeos começam imediatamente quando alguém acede os canais, como se fossem stories, portanto deve-se estar preparado para que quem “tropeça” no vídeo não seja afugentado.
Importante também não esquecer de utilizar links clicáveis nas descrições, algo que é semelhante ao YouTube, e extremamente útil para direcionar o tráfego para a sua página de destino ou qualquer outra parte do site que se pretenda destacar.
Hashtags
Utilizar as hashtags no Instagram é igual a usá-las no IGTV. Ser estratégico, utilizar apenas as mais relevantes, e colocá-las na descrição do vídeo, levará também a uma melhor tração de SEO.
Métricas
Não se deve esquecer a revisão dos insights do IGTV regularmente, de modo a ter uma visão clara dos resultados dos vídeos, bem como para realinhá-los com as metas de negócios. É relevante lembrar, também, de que esta é uma nova plataforma, portanto, se se observarem números inferiores ao que é esperado, é preciso dar algum tempo.
O IGTV pode, assim, ser uma excelente opção para as marcas chegarem aos seus seguidores e clientes e envolvê-los, prevendo-se um crescimento da utilização desta aplicação ao longo dos próximos meses.
5 aplicações que facilitam o teu negócio

Existe uma infinidade de aplicações desenhadas com o propósito de simplificarem o nosso dia a dia.
Num artigo publicado pela Forbes, Stephanie Burns, fundadora da Chic CEO, partilhou aquelas que considera serem as 5 ferramentas fundamentais no que concerne a facilitar o seu dia de trabalho.
Esta extensão do Chrome permite a gravação do teu ecrã, da tua webcam ou de ambos em simultâneo. O link do vídeo é automaticamente copiado para a área de transferência. Entre outras vantagens, ao invés de escrevermos um longo email explicativo, criar um vídeo simplifica também esta tarefa.
Esta aplicação dos sistemas iOS e Android permite através de uma fotografia scanear um documento e enviá-lo por email diretamente da aplicação.
O Pocket permite guardar artigos e vídeos para consulta futura, ainda que offline. Quando começamos a ler um artigo e queremos retomar a consulta mais tarde podemos arquivá-lo nesta aplicação.
Esta plataforma oferece-nos designs pré fabricados de qualidade. Entre as suas funcionalidades está a criação de infografias, headers e colagens de fotos.
O Blinkest faz o resumo de livros disponibilizando-nos insights e ajudando-nos a decidir se os seus conteúdos são de nosso interesse.
Esperamos que estas dicas simplifiquem o teu dia a dia. 🙂
Publicidade nas Redes Sociais: quais utilizar para gerar resultados
Sabe quais são os principais formatos de anúncio que podem potenciar a divulgação do teu negócio nas redes sociais.
A criação de conteúdo é o pilar do Marketing Digital. Seja um blogpost, um vídeo ou uma fotografia, a necessidade de que sejam conteúdos de qualidade para conquistar a audiência deve ser transversal a todos eles. Contudo, para que esse conteúdo seja encontrado, lido ou visualizado, uma boa estratégia de publicidade nas redes sociais pode constituir uma enorme ajuda. Os Social Ads são uma forma de agilizar a distribuição do conteúdo produzido pelas empresas, tendo em conta que o alcance orgânico pode demorar a surtir os efeitos pretendidos, tanto no próprio Google, como nas redes sociais.
Para além do referido, integrar os Social Ads na estratégia online possibilita-te entrares em contacto direto com o público-alvo da tua empresa. Redes como o Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter permitem segmentações a níveis bastante profundos. As próprias atividades dos utilizadores transmitem informações valiosas para que as marcas veiculem ofertas personalizadas.
Ao longo deste artigo, partilhamos contigo os principais formatos de anúncios que as redes sociais mais populares disponibilizam e, ainda, como a tua empresa poderá retirar proveito, encontrando Leads e clientes sem ser necessário despender de uma grande quantia de dinheiro.

Social Ads: o que são?
Os Social Ads são tipos de anúncios que beneficiam das características sociais da internet para alcançar uma certa audiência. O meio mais comum de o fazer é através das redes sociais, tais como o Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter. Cada uma possui os seus tipos específicos de Social Ads. De um modo geral, poderás pagar pelo clique de cada utilizador num anúncio teu ou optar por pagar por cada conversão. Esta escolha dependerá do teu objetivo e do teu orçamento.
De seguida, mostramos-te aquilo que precisas de fazer por forma a publicitar em cada uma das redes sociais mencionadas. Assim, poderás avaliar qual será mais interessante e produtiva para o teu negócio ou conceber uma estratégia que contemple mais do que uma delas.
Facebook Ads
Podemos afirmar que o Facebook é a rede social mais popular e transversal do mundo, reunindo mais de 2.2 bilhões de utilizadores. Para muitos, o Facebook é, inclusive, a porta de entrada para a internet. Nesse sentido, constitui uma boa oportunidade para a tua empresa impactar um avultado número de pessoas.
O pré-requisito base é que o teu negócio detenha uma página – e não um perfil -, para que, desta forma, tenhas acesso ao Facebook Ads Manager. Esta ferramenta dar-te-á acesso às outras aplicações da família Facebook: Instagram, Messenger e Stories.
Ao criares o teu anúncio, poderás escolher as suas características:
- o seu objetivo;
- o público-alvo;
- os locais onde aparecerá;
- o orçamento disponível;
- o seu formato de exibição.
Após ser publicado, a plataforma oferecer-te-á uma análise completa dos resultados, com o intuito de verificares o que correu bem e aquilo que poderá ser melhorado. Poderás fazer alterações numa campanha que se encontre em andamento. Para além disto, poderás chegar a pessoas que não seguem ou “não gostem” da tua página, ampliando, no fim de contas, o alcance dos teus produtos e serviços.
Instagram Ads
Tal como referido anteriormente, os anúncios do Instagram podem ser feitos através do Facebook Ads Manager. Esta característica é, aliás, um dos aspetos que faz dos anúncios do Instagram tão interessantes – as possibilidades de segmentação usufruem largamente das informações combinadas entre estas redes sociais.
Fazer publicidade no Instagram é ideal para negócios que distribuem produtos ou serviços que envolvam apelo visual, não significando isso que funcione apenas neste sentido. O facto é que podes produzir imagens de forma criativa, combinando-as com textos cativantes e, desta forma, poderás conquistar elevadas probabilidades de gerar resultados relevantes.
É importante não esquecer que estarás a disputar espaço na timeline dos utilizadores, com amigos e perfis com elevado apelo visual.
Os formatos disponíveis de Instagram Ads são os seguintes:
- Fotografia;
- Vídeo;
- Instastories;
- Carrossel;
- Coleção de produtos.
LinkedIn Ads
Contrariamente ao que se pensa habitualmente, o LinkedIn não é um mero depósito de currículos. É interessante analisar a possibilidade de ter uma Company Page nesta plataforma, como meio de divulgação dos teus serviços e interação com possíveis clientes e parceiros.
Recentemente, nesta rede social, a criação de anúncios recebeu um upgrade, tornando-se esta funcionalidade semelhante à do Facebook. Comparativamente aos anúncios do Facebook, os do LinkedIn são mais dispendiosos – no entanto, há que reforçar a ideia de que o potencial está na comunicação direta com os tomadores de decisão do mercado em que o teu negócio se insere e, por isso, o LinkedIn poderá não ser uma opção a descartar a priori.
Aspetos como a segmentação e o contexto profissional são os destaques do LinkedIn Ads.
As opções relativas aos formatos de anúncio são também variadas, indo desde um pequeno anúncio de texto na coluna lateral até às mensagens diretas de InMail (semelhantes às direct messages do Facebook). Tendo em conta que os utilizadores do LinkedIn se encontram em busca de novidades de negócios, os anúncios parecem menos intrusivos durante a experiência de utilização.
Twitter Ads
Antes de mais, é importante ressalvar que, em Portugal, o Twitter continua a ser uma rede social de nicho e com uma elevada incidência nas camadas mais jovens – não significando isto que seja ilógica a integração da plataforma na estratégia de marketing do teu negócio, pois, novamente, tudo depende das características de cada negócio. A facilidade em originar várias conversas e debates assume-se como um potencial atrativo para os anunciantes.
O Twitter permite segmentar, por exemplo, os utilizadores que estão a ver uma determinada série ou filme. Aproveitar esta conversa para nela introduzires a tua empresa, pode constituir um anúncio proveitoso e inteligente. Para fazer publicidade nesta rede, poderás utilizar o Twitter Ads, que constitui uma plataforma completa de edição e análise, na qual os resultados são apresentados em detalhe, permitindo-te avaliar o retorno do teu investimento.
Os anúncios entraram nas nossas vidas há décadas, seja por intermédio de revistas, jornais ou da televisão. Os Social Ads surgiram para proporcionar conversas diretas com os públicos-alvo, através de segmentações precisas e eficazes, baseadas em dados fornecidos pelos próprios utilizadores. A ideia de desenvolver todo o processo publicitário de um negócio, nas redes sociais, pode parecer, inicialmente, assustadora, mas o retorno que proporcionará à tua empresa valerá todo o esforço investido.
4 Dicas para te manteres motivado durante a procura de emprego

Nos primeiros meses do ano, uma das principais resoluções de muitas pessoas é a procura de um novo emprego. Este pode ser um processo frustrante, implicando uma procura difícil e demorada.
Caso estejas a equacionar a procura de um trabalho, sugerimos-te que tenhas em conta as seguintes dicas:
1. Faz uma pausa para definires os teus objetivos
Para por momentos. Interrompe o envio de currículos e foca-te em decidir qual o teu objetivo e aquilo que realmente pretendes. Se não tens uma ideia sólida das hipóteses que serão adequadas para ti, começa por pesquisar descrições de cargos e tenta reunir cerca de 10 funções que descrevam a posição que tencionas ocupar futuramente, com localização na tua cidade ou naquela que pretenderes. Ao longo dessa pesquisa, tenta definir com a maior precisão possível o teu cargo, evitando rótulos como diretor ou vice-presidente, visto que essas posições variam, habitualmente, consoante a empresa. Poderás, por exemplo, procurar por “Digital Designer”, “Gestor de Projetos” ou “Digital Marketer”.
Depois de avaliares qual o tipo de emprego que ambicionas, filtra quais serão os cargos para os quais és qualificado em, aproximadamente, 70% daquilo que é tido como requisito na descrição da oferta de trabalho. A verdade é que muitas pessoas optam por não se candidatar por não corresponderem a todas as características mencionadas nas ofertas, esquecendo-se de que as descrições das oportunidades de emprego, frequentemente, vinculam o ideal de candidato perfeito – algo que, simplesmente, não existe. Por isso, sugerimos-te que te candidates, ainda que não preenchas todos os requisitos.
2. Aprende a procurar emprego
Realisticamente, poderá dar-se o caso de estares desatualizado, no que diz respeito ao teu conhecimento sobre o processo de procura de emprego. O mundo atual, altamente tecnológico e em frenética evolução, acarreta muitas mudanças a nível social e profissional e, nesse sentido, é perfeitamente normal que te possas encontrar desatualizado, no que ao processo de procura de emprego diz respeito. Procura informar-te, instruir-te, manter-te a par das novidades – seja assistindo a vídeos acerca desta temática, em plataformas como o YouTube, ou lendo livros e publicações sobre a mesma.
Deves ter em mente que, tal como numa aprendizagem de qualquer desporto ou instrumento musical, também num processo de procura de emprego existem certas instruções que precisas de conhecer e seguir, bem como habilidades que deves desenvolver. Lembra-te de que, também neste aspeto, não nasceste já devidamente ensinado e dotado de profundos conhecimentos.
Após teres aprendido as técnicas necessárias para uma procura de emprego eficaz, chegará o momento de aplicares as tuas skills recentemente desenvolvidas. Muitos candidatos apontam em todas as direções, não sendo consistentes com os tipos de trabalho para os quais se candidatam. Muito provavelmente, julgam que bastará mostrar uma personalidade interessante ou um forte conjunto de qualificações no currículo, ao invés de pensar nisto como se tratando de um processo realizado passo a passo, constituído pelas seguintes etapas:
1- Prepara-te;
2- Coloca em prática tudo o que aprendeste;
3- Sê contratado.
Para te prepares, deves identificar o teu objetivo de emprego e estudar o que o mercado procura, no momento, para esse cargo.
Depois, coloca tudo em prática, desenvolvendo o teu currículo, perfil do LinkedIn, carta de apresentação e tudo aquilo que possas precisar nas futuras entrevistas.
Para seres contratado, personaliza as tuas candidaturas para cada oferta de trabalho à qual responderes, cria networking para garantires mais entrevistas e estares a par das possíveis oportunidades. Isto poderá trazer melhorias significativas aos teus resultados.
3. Para de te boicotar
Aquando de um processo de procura de emprego, é comum, a dada altura, que se comece a sentir e a expressar alguma frustração, principalmente se ainda não surgiu nenhuma resposta positiva às candidaturas já efetuadas até então. No entanto, a resignação a esses resultados não poderá ser uma opção. É necessário que, em vez de dizeres frases como “estou à espera de feedback de 20 candidaturas” ou “nunca me respondem de nenhuma candidatura”, modifiques o teu discurso e comeces a expor pensamentos como: “vou fazer isto de uma forma diferente”.
Ainda, começa a definir prazos para as tarefas necessárias: por ex. “Em (data), terei o meu currículo, carta de apresentação e perfil do LinkedIn completos”. A tua missão é parares de esperar e dares o devido impulso para que as oportunidades comecem a surgir.
4. Não saltes etapas
Quando a procura de emprego se começa a revelar difícil, a tendência é saltar etapas ou desistir completamente da meta delineada. Neste ponto, é importante que tomes algumas atitudes, nomeadamente, marcar compromissos no teu calendário e atribuir tarefas específicas a cada hora. Uma hora pode ser utilizada para pesquisa do teu objetivo e outra despendida a atualizar o teu currículo, criando networking, elaborando cartas de apresentação, etc.
Lembra-te de que o importante não é que a resolução de Ano Novo se cumpra na data específica que delineaste inicialmente, mas sim que te comprometas, aprendas e desenvolvas um processo de procura de emprego de eficaz, que te auxilie no alcance dos teus objetivos e do emprego que tanto ambicionas.
Design Thinking: uma forma inovadora de pensar e resolver problemas
Hoje em dia, muitos profissionais como designers, engenheiros ou business owners, encaram problemas bastante diferentes, em comparação com os desafios das últimas décadas. Num mundo crescentemente globalizado, as mudanças em áreas como a economia e recursos naturais fazem-se facilmente sentir, e para resolver a nova onda de problemas é necessário um novo tipo de pensamento e abordagem que passe pela inovação.

Podemos encontrar o Design Thinking nessa abordagem pois permite que pessoas, equipas e organizações, tenham uma perspetiva centrada no ser humano, e também uma abordagem científica, no sentido de resolver um problema. Deste modo, que problemas pode o Design Thinking ajudar a resolver? A Interaction Design Foundation ajuda-nos com esta questão: é adequado para lidar com uma ampla gama de desafios e é a melhor solução para trazer inovação, dentro dos seguintes contextos:
- Redefinição de valor
- Inovação centrada no ser humano
- Qualidade de vida
- Problemas que afetam diversos grupos de pessoas
- Se envolve múltiplos sistemas
- Mudança de mercados e comportamentos
- Lidar com mudanças sociais ou de mercado rápidas
- Questões relacionadas com a cultura corporativa ou nova tecnologia
- Reinventar modelos de negócios
- Desafios da sociedade complexos e não resolvidos
- Cenários que envolvam equipas multidisciplinares
- Iniciativas empreendedoras
- Avanços educacionais / médicos
- Se é necessária inspiração
- Problemas que os dados não podem resolver
Uma abordagem holística aos desafios
O Design Thinking é mais adequado para resolver problemas onde múltiplas esferas colidem, na interseção entre negócios e sociedade, lógica e emoção, racionalismo e criatividade, necessidades humanas e procura económica, sistemas e indivíduos. Pode, assim, resolver problemas simples e que tenham soluções típicas e conhecidas, procurando um meio inovador de resolver o problema.

Não é apenas um processo ou conjunto de etapas
No entanto, o Design Thinking não deve ser entendido apenas como um processo ou método para resolver um conjunto de problemas. É também uma mentalidade que pode ser aplicada em quase todos os cenários em que a inovação ou o pensamento são diferentes. Pode, igualmente, ser combinado com outras metodologias, estratégias de negócios, modelos de inovação social e práticas de gestão, mudando de acordo com o contexto e utilizando ferramentas e técnicas de outras disciplinas.
É sobre inovação centrada no ser humano
O Design Thinking funciona melhor em situações onde é preciso dar sentido humano às coisas, abordando os desafios de forma a que melhor atendam às necessidades humanas, independentemente da escala do desafio. Uma abordagem conformista, controlada, técnica ou linear não é capaz de lidar com as necessidades complexas e sensíveis da sociedade moderna. Começa com uma intenção, um desejo, uma necessidade ou anseio por uma circunstância ou estado melhor. O Design Thinking dá-nos as ferramentas para explorar O que poderia ser.

Lida com as perturbações na sociedade
Desde a época da Revolução Industrial, os analistas têm elaborado estratégias para simplificar todos os negócios, produção e processo económico, com o objetivo de extrair o máximo benefício de uma menor quantidade de tempo e recursos. Embora possa ter tido algum grau de sucesso ao nível de produtividade e eficiência, a receita para essa inovação tem sido um enigma.
E é aqui que o Design Thinking entra em cena, com uma nova abordagem centrada no ser humano, que muda radicalmente a forma como exploramos os problemas e encontramos soluções para os mesmos, ajudando-nos a romper com os velhos moldes e proporcionando um novo olhar para o mundo ao nosso redor.
Concentra-se em seres humanos, não em utilizadores
A fim de permanecerem relevantes, empresas e organizações lutam pela atenção do público ao mais alto nível, numa altura em que a sobrecarga de informação atinge o seu pico. Muitos consumidores selecionam as poucas opções que falam diretamente sobre as suas necessidades e experiências humanas.

Tal facto levou à proliferação, nos últimos anos, das abordagens de Human-Centred Design e Design Thinking, abordagens para negócios e inovação social que evidenciam as necessidades humanas e a experiência como principais fatores motivadores. Assim, devem ser encontradas soluções inovadoras que consigam acompanhar as grandes problemáticas que afetam os Recursos Humanos, Energia, Sustentabilidade, Educação, Instabilidade Política, e todo um conjunto de outros desafios que já existem, cujas práticas e processos de gestão não conseguem separar.
O Design Thinking oferece assim um meio para lidar com toda essa mudança de uma maneira mais centrada no ser humano. Para abraçar o Design Thinking e a Inovação, precisamos de garantir que são criadas as mentalidades certas, selecionada a equipa apropriada e estabelecidos ambientes que estimulem a inovação. Estes são três dos aspetos essenciais da promoção da inovação bem-sucedida dentro das empresas, organizações e sociedade em geral.
Como configurar o Google Analytics para medir os meus resultados?
A necessidade de construir uma boa presença online já está relativamente bem difundida entre os mais diversos nichos do mercado. Entretanto, muitas empresas ainda têm dúvidas e dificuldades quando se trata da medição de resultados online.
Nesse contexto, saber configurar o Google Analytics no site e no blog pode oferecer uma grande vantagem competitiva ao teu negócio. A internet disponibiliza uma infinidade de dados, mas é preciso ser capaz de transformá-los em informações úteis à tua empresa.
Pensando nisso, preparámos este “passo a passo” com as principais informações sobre essa ferramenta do Google e como tirar o melhor proveito dela.
Qual a importância do Google Analytics na medição de resultados?
O Analytics é mais uma das diversas ferramentas gratuitas disponibilizadas pelo Google. Através da implementação de um código JavaScript e da utilização de cookies, o proprietário de um site pode ter acesso a informações sobre o comportamento do utilizador em todas as suas páginas.
Depois da configuração desses códigos, o Google Analytics fornece relatórios padrão e personalizados que podem ser úteis na otimização de campanhas.
Entre outras métricas, é possível observar:
– visitantes antigos;
– desempenho de tráfego;
– origem de tráfego;
– volume de conversões;
– qualidade dos CTAs;
– tempo no site;
– taxa de conversão;
– bounce rate (taxa de rejeição);
– dados demográficos dos visitantes.
Como configurar o Google Analytics?
O primeiro passo para acompanhar os resultados do teu negócio é saber configurar o Google Analytics. Somente com a configuração certa é possível ter acesso a uma infinidade de insights que podem fazer a diferença no teu negócio. Sabe quais são as etapas mais importantes.
Cria um utilizador
Obviamente, é necessário ter uma conta do Google para aceder ao Analytics. Pode ser a mesma que utilizas no e-mail, mas o ideal é que seja uma conta profissional, especialmente se mais do que uma pessoa tiver acesso aos relatórios. De qualquer forma, também é possível atribuir diferentes níveis de acesso ao Analytics, a diferentes utilizadores.
Instala o tracking code em todas as páginas
Depois de configurares a conta, recebes um tracking code, no formato UA-000000-2 assim como um código HTML. Essa sequência deve ser inserida em todas as páginas do teu domínio. Alguns sites permitem que ele seja incluído nas configurações e replicado automaticamente.
Os site de e-commerce têm um rastreador exclusivo para acompanhar as conversões. Para que ele funcione adequadamente, é preciso escolher a opção “Ativar comércio eletrónico” na aba “Configurações de comércio eletrónico”.
Para isso, precisas de ter acesso de administrador para editar o código via WordPress ou outro sistema que utilizes. Caso contrário, é necessário entrar em contacto com o teu programador ou equipa de IT.
Tem metas bem definidas
É importante ter em mente quais os objetivos do teu negócio e do teu site, uma vez que o Google Analytics permite a configuração de metas personalizadas. Elas podem ter quatro características distintas:
– destino: a meta principal é o acesso a um URL específico e pode estar associado a um funil de conversão;
– duração: observa-se a permanência numa página;
– página por sessão: é avaliada a quantidade de diferentes conteúdos consumidos num único acesso;
– evento: o administrador pode selecionar uma ação específica, como cliques num CTA ou reprodução de um vídeo.
Entre 12 e 24 horas depois da ativação da conta, é possível ter acesso aos dados de utilização do teu site. Inicialmente, o Google Analytics exibe as informações padrão, que aparecem em todas as contas e tu podes configurá-las de forma a visualizar os dados mais relevantes para o teu negócio.
Configura e compara os relatórios
É possível cruzar informações de diferentes relatórios para uma visão mais ampla dos seus resultados. Explora todas as secções que a ferramenta disponibiliza e altera os diferentes filtros e segmentações disponíveis.
No caso dos sites de e-commerce, o Analytics permite identificar quais as palavras mais procuradas no teu site. Essa funcionalidade pode ser bastante útil na idealização da produção de novos conteúdos, por exemplo.
Outros relatórios que não podem ser negligenciados na tua estratégia e que podem ser obtidos através do Google Analytics incluem:
– aquisição de tráfego: de onde vem o teu tráfego?
– performance para mobile: o que precisas melhorar no acesso via dispositivos móveis?
– conversão por meio de redes sociais: quanto é que essa ferramenta impacta as tuas vendas?
Automatiza o envio de relatórios
Por fim, ao adquirires uma maior familiaridade com o Google Analytics, também podes configurar o envio automático de alguns relatórios para otimizar o teu tempo e o da tua equipa. É possível selecionar para quais contas eles devem ser enviados, além de informar qual o formato desejado.
Por que o site e o blog precisam de ter o mesmo UA?
Uma única conta do Google Analytics é capaz de analisar diferentes URL’s. Por causa disso, é possível obter informações e relatórios em separado, do teu site e do teu blog e, ainda assim, cruzar esses dados.
Utilizar o mesmo tracking code tanto para o teu site quanto para o teu blog é fundamental para obter os melhores resultados possíveis na tua estratégia online. Afinal, o comportamento do utilizador vai ser semelhante e é possível ter uma visão macro do teu negócio online.
Com dados sobre o comportamento do consumidor no teu site — e/ou e-commerce — consegues identificar as melhorias de navegabilidade e de otimização para o teu check out que precisam de ser implementadas, por exemplo. Já com as informações sobre a utilização do blog, podes aprimorar as estratégias de SEO utilizadas, além de identificar novas possibilidades de conteúdo, por meio da análise das pesquisas internas.
Agora que já sabes como configurar Google Analytics e qual a importância desse processo, uma dica relevante é integrar a plataforma com outros produtos do Google, como Adwords, Adsense e Search Console. Isso permite que desfrutes não só dessa ferramenta, como de todas as outras disponibilizadas pelo Google, o que certamente garante uma melhor experiência ao teu utilizador e também aumenta tuas hipóteses de venda.
Gostaste destas dicas e sentes-te pronto para monitorizar os diversos resultados do teu site? Ótimo! Aproveita e conhece também as principais estratégias para aumentar as tuas vendas!
Será o YouTube uma ferramenta de marketing eficaz?

São interessantes as novidades para os profissionais de marketing: as pessoas despendem, agora, mais tempo no YouTube, assistindo a vídeos mais longos.
Se, por um lado, as empresas sabem que os vídeos mais extensos tendem a receber uma melhor classificação no ranking do Google, esforçando-se, por isso, mais para os criar, por outro, também é verdade que o próprio YouTube, mediante o seu algoritmo, favorece este tipo de vídeos. Contudo, o fator mais relevante a ter em mente é o utilizador.
Segundo Josh Fechter, co-fundador da Badass Marketers & Founders, o utilizador já não fica satisfeito com o clickbait desnecessário – o que este espera e quer passa pelo conteúdo real e valioso – esta noção é algo fundamental para os marketers e deve ser utilizada em sua vantagem.
De seguida, partilhamos algumas dicas que deverás ter em conta, por forma a retirares proveito do YouTube, enquanto ferramenta de marketing eficaz:
Oferece, aos utilizadores, o tipo de conteúdo que estes esperam encontrar.
Sabemos que o YouTube é uma plataforma educacional. A maioria dos utilizadores desta rede social visita-a com o intuito de encontrar algo específico e não, necessariamente, de explorar: procura por tutoriais, lições, análises e reações. A maioria também não utiliza a plataforma com o intuito de pesquisar por conteúdo de content creators ou marcas que não conhece. Este facto revela o motivo que está por detrás do aumento do volume de tempo passado no YouTube, por parte dos utilizadores – estes procuram aprender e ser elucidados, dedicando-se, por isso, à visualização de vídeos, ainda que longos, desde que estes lhes acrescentem algo significativo em termos de aprendizagem.
Quanto mais educativo for o conteúdo, melhor.
Por isso, não tenhas receio de aumentar o número de vídeos informativos no canal que geres, com tutoriais passo a passo, por exemplo, que são um tipo de conteúdo criado para acrescentar valor aos utilizadores. Esta estratégia pode implicar um maior investimento em termos de dinheiro e tempo – porém, no fim de contas, estarás a criar um público fiel.
Conteúdo educativo mais detalhado traz vantagens a nível de SEO.
Tal como acontece com os blogposts, de texto, mais extensos, também os vídeos longos obtêm uma classificação mais elevada no Google.
Por exemplo, a duração média de um vídeo que se encontra numa 1ª página, no YouTube, é de 14min e 50s. Para além disto, lembra-te de que esta plataforma destaca-se por ser o 2º maior motor de busca, encontrando-se, apenas, atrás do Google.
Em síntese, o conteúdo de vídeo irá continuar a crescer, pelo que os profissionais de marketing deverão fazer um esforço acrescido para criar vídeos com conteúdo relevante, com os quais os utilizadores se identifiquem.
É fundamental compreender a importância do vídeo enquanto veículo de rápida expansão: o YouTube é o espaço preferido de bilhões de criadores e utilizadores, espalhados por todo o mundo. Esta tendência não irá esmorecer em breve, muito pelo contrário: o potencial de gerar receita através do YouTube é incomparável e os marketers não deverão ignorá-lo por muito mais tempo.
A chave de ouro para seres bem-sucedido na plataforma passa, inevitavelmente, por estares atento à forma como os utilizadores mais gostam de usufruir da mesma, por compreender o que lá fazem e, ainda, aquilo que nela procuram.
Dicas para te manteres focado em 2019

Com o início de um novo ano surgem as promessas de resoluções que o acompanham mas, na realidade, apenas 8% das pessoas as concretizam.
Definirmos objetivos e metas a cumprir só por si é benéfico, mas não suficiente. É fundamental disciplinarmo-nos e focarmo-nos em concretizar esses objetivos e é aqui que a tarefa pode tornar-se complexa.
Para vos ajudar na estruturação de um plano a colocar em prática partilhamos a experiência e orientações de 5 mulheres empreendedoras que conseguiram levar este conceito a um outro patamar, o do sucesso:
COMPREENDE O TEU PORQUÊ
Segundo Jane Wurwand, co-fundadora e chefe visionária da Dermalogica, devemos fazer uma introspeção em torno dos nossos objetivos, detalhando o que queremos fazer, com quem queremos interagir, quem beneficiará dos serviços e fundamentalmente “porque” o queremos fazer. Ao clarificarmos estas questões, estaremos no caminho certo para a sua execução.
UTILIZA UM BLOCO DE NOTAS
Anine Bing, co-fundadora e diretora criativa @ ANINE BING, fala-nos da necessidade de retroceder um pouco nos seus hábitos tecnológicos e explica o quanto é fundamental para ela tomar notas de pensamentos ou ideias soltas em papel. Esta rotina de escrever na sua agenda física revelou-se uma ótima estratégia de planeamento.
SÊ PRODUTIVO PELA MANHÃ
Shivani Siroya, CEO e fundadora da Tala, evidencia a importância de utilizar as manhãs de forma produtiva. Aproveitar o início do dia para “refletir e recarregar energias” e cumprir uma tarefa importante é determinante para potenciarmos a nossa produtividade ao longo do dia, muitas das vezes caótico.
PEDE AJUDA
Não devemos ter vergonha em pedir ajuda. Estarmos rodeados de pessoas que, por um lado, defendem o nosso sucesso e, por outro, responsabilizam-nos pelos nossos erros, é por si só uma garantia de evolução. Este testemunho foi deixado por Kenesha Sneed, diretora de arte e fundadora da Tactile Matter.
CRIA UM PLANO DE AÇÃO SÓLIDO E CUMPRE-O
Magdalena Kokoszynska, designer criativa @ Chevrolet defende que o sucesso exige autodisciplina. Tão importante quanto estabelecer objetivos será delinear cada passo necessário para os cumprir. Este desafio deve ser assumido com motivação e primazia, premissas fundamentais para o êxito.
Esperamos que estas dicas que partilhamos contribuam para um ano 2019 de sucesso. 🙂
