No mês de março as Growth Sessions do EDIT.WORK iniciar-se-ão com a temática Growth Hacking, repartida por quatro sessões. As inscrições são abertas ao exterior e poderás obter mais informações aqui.

Estas formações serão lecionadas pelo Head of Marketing da 360imprimir, João Machado. Na entrevista abaixo damos-te a conhecer o seu percurso profissional, a sua visão da importância actual do Growth Hacking assim como das características que considera fundamentais a quem utiliza esta metodologia.

Como aconteceu esta aventura pelo Marketing Digital ?

Quase por acaso! Comecei por trabalhar numa área de RH na PT(através do programa de trainees),  pouco tempo depois de ter iniciado o Doutoramento em Matemática Aplicada. Assim que terminei o Programa de Trainees e uma vez que não me tinha apaixonado por RH decidi investir numa mudança interna dentro do Grupo PT, tendo surgido a oportunidade de ir para o canal digital do MEO.

Com o evoluir do tempo fiquei responsável por todo o investimento de Performance do MEO (serviços, equipamentos e tarifários tanto B2C como B2B). 5 anos depois, e sempre aliciado pelo bichinho da performance, saí da PT e rumei à Kwanko onde trabalhei campanhas digitais de sectores como finance, FMCG, education, health&beauty, automotive,etc.

Posteriormente fui convidado para criar o departamento de digital da Brodheim – empresa que em Portugal representa marcas como Timberland, Guess, Furla, Burbery, Vans entre outras. No inicio de 2017 aceitei o convite para a posição de Head of Marketing na 360Imprimir, tendo como principais projetos a gestão das equipas de CRM, Afiliação, Non-traditional, Outbound, Content&Design.

Como é ser Head of Marketing de uma das startups com maior crescimento em Portugal?

Tem sido uma experiência fantástica e desafiante. A rapidez, o ritmo e eficácia que são necessárias no dia-a-dia na 360Imprimir em nada se comparam a outras realidades que eu tenha vivenciado ou conhecido. Crescer mais de 100% ao ano e tendo o objetivo de chegar a 100ME em 2020, exige renovação e motivação constantes, mas é este desafio e esta ambição que tornam este projecto tão entusiasmante.

Consideras que o Growth Hacking é fundamental para uma estratégia de crescimento das startups?
A filosofia subjacente ao Growth Hacking, apesar de não exclusivamente adoptada por startups, é algo que está nas fundações das mesmas. A necessidade de crescimento rápido, principalmente, quando existe financiamento externo, é algo que motiva um ritmo acelerado e que leva as Startups a querer testar rápido, errar ainda mais rápido e adoptar a melhor estratégia possível no menor espaço de tempo possível.
És da mesma opinião que Sean Ellis, de que o Growth Hacking é “marketing orientado para a experimentação”?
Definitivamente! Uma das maiores vantagens de trabalhar em Marketing (Digital) nos dias de hoje é a capacidade de rapidamente testar várias abordagens e de analisar esses mesmos resultados, para no final entregar aos utilizadores aquilo que eles querem experienciar. Tal como referi anteriormente é fundamental testar o máximo de variações que façam sentido e obter feedback por parte dos consumidores, quer analítico quer comportamental (através de ferramentas de monitorização).
Quais são as principais skills que um growth hacker deve ter?
O fundamental é ter um mindset altamente analítico, raciocínio lógico e espírito crítico por forma a não aceitar os padrões pré-determinados e ter capacidade de pensar out-of-the-box.

A partir do momento que determinada empresa decide adotar Agile, precisa de ter sempre em consideração a grande mudança cultural que isto irá implicar. É importante ter noção de que implementar uma metodologia desta natureza com sucesso, não acontece de um momento para o outro, e deve ser algo aplicado a todos os níveis da organização.

Um elemento chave da metodologia Agile é a “valorização de indivíduos e interações sobre os processos e ferramentas”. Por outras palavras, o foco primordial precisa de ser nas pessoas e nas competências.

A partir do momento que existem as skills necessárias e os projetos-piloto já foram preparados, a equipa pode decidir que ferramenta Agile será melhor, tendo em conta as necessidades da empresa. Existem várias metodologias ágeis, no entanto salientamos 5 das mais utilizadas.

Scrum

É sem dúvida a metodologia ágil mais popular e utilizada. A razão? Devido ao facto da sua framework de processo ser mais leve: esta usa ciclos de desenvolvimento denominados por Sprints e permite a maximização do tempo disponível para a produção de trabalho útil.

Esta metodologia é particularmente indicada para a gestão de projetos de software mais complexos e desenvolvimento de produto. Os seus maiores benefícios são o aumento da qualidade das entregas, a melhor resposta às mudanças de requisitos, proporcionar melhores estimativas utilizando menos tempo a gerá-las, a controlar o cronograma do projeto e a acompanhar as suas etapas. A única desvantagem do Scrum poderá ser o facto de não especificar deadlines em algumas tarefas.

Extreme Programming (XP)

Usualmente combinado com o Scrum, o XP adota uma abordagem de estilo de engenharia para vários aspetos do desenvolvimento de software e, através desta disciplina, consegue melhorar significativamente a qualidade do produto final.

Esta metodologia é construída em torno de toda a equipa e valoriza a simplicidade, a comunicação, o feedback, a coragem e o respeito. Sendo que uma equipa de programadores trabalha em conjunto para assegurar uma codificação consistente e para manter o sistema continuamente integrado, o código por eles criado é constantemente testado e melhorado de modo a atender às necessidades atuais da empresa. Uma das desvantagens desta metodologia prende-se com o facto de os seus requisitos serem expressos em forma de testes, o que deixa pouca margem para escalabilidade.

Kanban

É inspirado pela gestão Lean e assume uma abordagem incremental para a mudança dos sistemas organizacionais: o Kanban maximiza a eficiência organizando a desordem e melhorando a experiência do cliente. Fá-lo através da ênfase daquilo que são as prioridades, proporcionando à equipa de entrega um enfoque claro e identificando os problemas no processo de trabalho, a tempo de criar e implementar uma solução.

Esta metodologia coloca muito valor no fluxo de produção e permite prazos específicos, sendo bastante adequado para projetos de IT fora do desenvolvimento de software. Infelizmente, dado o seu maior foco na conclusão do projeto, tem uma capacidade mais limitada no que concerne a realizar retrospetivas.

 Iterative Development

Esta é uma metodologia precursora do Agile, na medida em que evoluiu a partir do método tradicional de waterfall. A diferença é que com o desenvolvimento iterativo, a codificação não começa até que cada fase da aplicação de software tenha sido revista, e os testes não iniciam até a codificação estar completa.

O  Iterative Development requer uma grande aplicação de desenvolvimento de software e divide-a em partes mais pequenas, projetando, desenvolvendo e testando em ciclos repetidos. Com cada iteração, podem ser aplicadas e testados novos recursos para criar uma aplicação de software final que esteja pronta a ser implementada de acordo com as necessidades dos clientes. Embora o desenvolvimento iterativo seja fácil de combinar com os aspetos do método waterfall, não existe uma maneira específica de o fazer, o que não o torna ideal para as equipas mais inexperientes.

 Lean Development

Esta é uma aplicação direta dos princípios de fabricação Lean no desenvolvimento de software, sendo mais fácil de aplicar em locais de trabalho onde já usem técnicas de Lean Management. Contudo, o seu método apenas foi adotado por uma comunidade relativamente pequena no mundo do software, e está ainda a ganhar tração.

Aplicar um método ágil nos processos de desenvolvimento de software ajuda a criar um sistema flexível, que pode alterar consoante os pedidos dos clientes. Estas metodologias não visam planear tudo com antecedência, mas antes desenvolver cada passo do processo de forma independente.

O Agile foi criado a partir do mesmo pensamento que a gestão Lean, que enfatiza a importância das pessoas na obtenção de eficiência. Se a equipa tiver os elementos certos, a empresa poderá escolher a abordagem Agile mais apropriada para a sua organização e projetos.

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No mês de fevereiro o EDIT.WORK dará início às Growth Sessions mensais . Pensadas para os membros da sua comunidade e não só, estas formações incluirão diversas temáticas e tentarão colmatar as necessidades de empreendedores e potenciais empreendedores. As inscrições são abertas ao exterior e poderás obter mais informações aqui.

Na entrevista abaixo, damos-te a conhecer um pouco melhor a Francisca Meneses, tutora das Growth Sessions “From Idea to Business” a realizar-se durante o mês de fevereiro, que desvenda um pouco das suas dicas para falar em público que poderás aprofundar nas suas sessões.

– Fala-nos um pouco do teu percurso académico e profissional.

 Sou licenciada em Marketing e Publicidade pelo IADE (actualmente grupo da Universidade Europeia) e comecei logo a trabalhar na área da publicidade. Assumi rapidamente a gestão de projecto, um cargo muito desafiante e que me obrigou a viajar e a ficar responsável por mercados internacionais. Com toda esta experiência, académica e profissional e depois de ter criado em 2011 o meu curriculum em formato video, recebi mais tarde o prémio/diploma, Aluna Revelação IADE.

– Como surgiu a oportunidade de te tornares empreendedora.

 Tudo começa com 5 anos, quando a minha resposta à típica pergunta da idade “o que queres ser quando fores grande“, foi, – “quero ser dona”. Os anos passaram e a D.Francisca continuava focada em negócio. Ora criava uma banca com colares de miçangas e vendia à porta de casa, ora ajudava os meus vizinhos, donos de uma Retrosaria, a vender carrinhos de linha e cuecas azuis para a passagem de ano. Mais tarde, já na faculdade, fui uma aluna adepta dos trabalhos de grupo, concursos e todo o tipo de dinâmicas que o IADE proporcionava. Foi aqui o meu grande contacto com o empreendedorismo. Fui uma das 10 alunas selecionadas para um curso intensivo na Polónia, onde alunos de 10 países se iriam juntar com o objectivo de formarem uma ideia de negócio e apresentá-la a um júri. O meu grupo foi o vencedor e aí o meu lado “empreendedor” ficou mais visível, mais presente no meu dia-a-dia.

Quando tudo parecia estar confortável, quando tudo parecia estar encaminhado e estável, decidi arriscar e criar a minha própria empresa.

 

– Que características , na tua opinião, devem fazer parte do perfil de um empreendedor.

 Empenho, resistência, curiosidade, visão, criatividade, capacidade de liderança, independência entre outros.

– Qual a importância da aposta no digital enquanto veículo de apresentação 

 A minha aposta no digital foi evidente. Em 2011 criei um CV diferente, em formato video e publiquei-o nas redes socais, depois de desenhada uma estratégia de marketing apropriada . Decidi fazê-lo para me diferenciar de uma concorrência feroz e poder-me apresentar de forma diferente ao mercado. O resultado foi absolutamente incrível e inesperado. Consegui que contrariar o habitual ciclo de contratação e foram as empresas a vir ter comigo.

– Que tom de comunicação deve utilizar para se diferenciar.

 O tom de comunicação deve ser apropriado à audiência. Primeiro temos que saber quem está do outro lado e adaptar o tom às suas expectativas por forma a que haja um sentimento de identificação e partilha de valores entre ambas as partes. A forma como nos expressamos deverá ser definida estrategicamente de acordo com os objectivos de negócio, com os clientes, valores e identidade.

 – Tens algumas dicas para falar em público

 Sim, muitas. Exige muito trabalho, muito treino. Vai desde a comunicação verbal à não verbal. Mas para mais pormenores, nada como assistirem a uma das minhas formações na EDIT.

 

O Cowork da EDIT. já abriu as suas portas em Lisboa e, como prometido, tem novidades para apresentar. Uma das características diferenciadoras do EDIT.WORK é o foco na formação, não fosse esta parte integrante da EDIT., uma escola referenciada no panorama da educação digital.

Um dos desafios de um empreendedor, que muitas vezes se aventura num projeto sem apoios financeiros ou humanos, é o facto de ficarem centrados nele próprio uma sequência interminável de responsabilidades e tarefas, com algumas das quais não estará familiarizado, mas que ficam a seu cargo.

Consciente desta realidade e utilizando os conhecimentos e ferramentas adquiridos pela sua experiência na formação digital, a EDIT. considerou que faria todo o sentido complementar a oferta deste espaço com aquilo que é o seu maior propósito: a formação e integração desta “comunidade” na realidade do mercado de trabalho. Para além da possibilidade do usufruto mensal de um workshop de 16 horas, de acordo com a oferta formativa EDIT., os membros do EDIT.WORK têm igualmente acesso a diversas Growth Sessions de variadas temáticas, que vão ao encontro da realidade do mundo digital e adaptadas às suas necessidades. Estas formações estão também disponíveis para os demais interessados, e a inscrição poderá ser efetuada diretamente aqui no site.

A primeira Growth SessionEUREKA – é composta por duas sessões e será lecionada pela tutora Francisca Meneses. É pensada para empreendedores e potenciais empreendedores interessados na criação ou aprofundamento de uma ideia de negócio. A primeira sessão, “From Idea To Business”, realizar-se-á no dia 15 de fevereiro e a inscrição poderá ser feita aqui. Na semana seguinte, dia 22 de fevereiro, terá lugar a segunda formação e as inscrições também já estão abertas, como poderás consultar aqui.

 No decorrer do mês de março os temas a abordar serão Agile e Growth Hacking, num total de 8 sessões. Para te manteres atualizado acerca deste e outros assuntos, fica atento ao site do EDIT.WORK!

Em plena Avenida dos Aliados encontramos a Pixelmatters, parceira da EDIT.. Já referida como uma das startups mais “fixes” da cidade do Porto, lidera hoje uma equipa com mais de 20 pessoas que se mobiliza em torno do seu maior objetivo, a “capacidade de deixar os clientes felizes”.

Fundada no final de 2013 por André Oliveira, CEO & Founder, a Pixelmatters surgiu como resultado do crescimento do seu trabalho de freelancer como designer de UX&UI. Focada em design e desenvolvimento de produtos digitais, esta startup, embora sediada na cidade do Porto, desenvolve o seu trabalho além fronteiras e para todo o mundo, tendo inclusivamente projetos com diversas startups americanas. Podemos consultar o seu portfólio, aqui.

Segundo o seu fundador, uma das principais e diferenciadora característica da Pixelmatters é o forte espírito crítico que faz dela e da sua equipa não apenas executantes mas assumindo-se eles próprios como parte do desafio. O design é a principal prioridade desta startup que coloca em todo o processo a sua máxima que dá nome ao seu próprio projeto, cada pixel “matters”.

Em entrevista levada a cabo pelo ScaleUp Porto, André Oliveira fala das dificuldades e desafios em criar uma empresa sem apoios financeiros ou parcerias, e da importância da procura e retenção de talento que considera uma prioridade. Nem tudo é fácil e aquilo que chama de “dores de crescimento” são resultado do trabalho muito intenso e da necessidade de adaptação da sua equipa a reestruturações que este crescimento implica.

Três anos depois, com uma equipa que passou de dois elementos para aproximadamente 25 e com uma merecida mudança de instalações e  reestruturação de espaço , a Pixelmatters orgulha-se hoje em afirmar que a taxa de retorno dos seus clientes é superior a 95% e que é esta capacidade de satisfazer aqueles a quem se dedica que considera o seu maior prémio.

Fonte

 

Hoje em dia, o conteúdo visual faz inevitavelmente parte das publicações em Social Media e tem um poder crucial, no sentido de as diferenciar no meio de tantas outras que competem pela atenção dos utilizadores no news feed.

Assim, o conteúdo visual é um importante complemento ao texto nos posts, que permite transmitir a informação de um modo mais claro e eficaz. Para ajudar neste campo, damos a conhecer cinco ferramentas de design digital gratuitas e de fácil utilização, para explorar e aplicar os produtos finais – imagens – nas publicações em social media.

Canva

Esta plataforma oferece um conjunto de possibilidades, desde a criação de infografias, headers, colagens de fotos a fotos com frases. Para tal, coloca à disposição uma extensa coleção de imagens, cores e fontes, e ainda permite colocar o tamanho das imagens de acordo com a rede social de destino.

The Stocks

Compila os resultados dos melhores sites de stock de fotografias gratuitas, como é o caso do Pexels e Pixabay, disponibilizando assim imagens, vídeo, áudio, ícones, fontes e cores para download. As fotografias podem ser alteradas e utilizadas para fins editoriais e comerciais.

Adobe Spark

Permite a criação de conteúdo visual ao adicionar texto a imagens, por exemplo para imagens promocionais dos posts de social media. O Adobe Spark possibilita a pesquisa de imagens gratuitas em stock, ou o upload das do utilizador, bem como de cores e fontes. Tal como o Canva, redimensiona as imagens para as redes sociais.

 

Gimp

Esta ferramenta é um editor de imagens que deve ser instalado no computador, e é indicado para alterações mais rápidas como cortar ou redimensionar imagens.

PicMonkey

É um programa de design que possibilita adicionar texto, clip art, molduras ou efeitos a imagens, e também uma edição muito rápida e simples.

Sem dúvida que o conteúdo visual torna as publicações nas redes sociais muito mais interativas e atrativas para os seguidores e, por isso, devem ser aplicados esforços nesta parte, no âmbito do social media marketing. E as cinco ferramentas que apresentámos, tão simples, podem ajudar!

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Um dos maiores desafios de quem cria uma marca é perceber como a posicionar no mercado, tornando-a de alguma forma única e de referência. Encontrar o seu lugar e simultaneamente o seu cunho pessoal, não esquecendo também a vertente económica, não é tarefa fácil.

Aqui ficam algumas dicas para que, não perdendo a essência, a tua marca pessoal se torne um caso de sucesso:

Propósito

Assumir um propósito e entender o que queremos que a nossa marca signifique para os outros e para nós, assim como os benefícios e valor que acrescenta, tornará as horas de trabalho nela empregue um prazer e não um sacrifício.
Quando existe um sentido, tudo se torna mais simples!

Ter consciência do seu valor

Entender o valor do nosso trabalho e conseguir transmiti-lo ao público é já por si o caminho para a valorização.
O marketing deve ser exercido em função daquilo que fará o utilizador escolher-nos em detrimento das demais ofertas.

Concorrência

Olhar para a concorrência e para a forma como a mesma se movimenta, será a melhor forma de a encarar.
Avaliarmo-nos e focarmo-nos no progresso interior em busca do melhoramento contínuo, torna-se uma poderosa ferramenta de visibilidade. Mais importante do que observar a concorrência é centrarmo-nos em nós.

Autenticidade

Ser autêntico, quer com as nossas qualidades quer com as nossas fragilidades, tornará mais fácil saber lidar com falhas e superá-las.
A autenticidade gera identificação perante os outros e não devemos esquecer-nos que a diferença nos torna únicos.

Networking

Se o networking é cada vez mais um veículo de progresso, saber fazê-lo é uma arte.
Devemos procurar interagir com quem é importante na nossa jornada de aprendizagem expondo e justificando a nossa intenção. Ao enviar um convite  nas redes sociais, raramente alguém se apresenta. Façamo-lo nós!
Participar de eventos pertinentes é também cuidar da boa imagem da nossa marca.

Conteúdo

Produzir o próprio conteúdo é o coração da nossa marca. Torná-la genuína é o rasto que deixamos por onde passamos. Escrever sobre experiências, partilhando erros e acertos gera interesse e torna-nos úteis.
Se gostas de fotografar, mostra a tua visão sobre o tema. Se tens talento para o vídeo, partilha-o.
Ocupa espaço e mostra quem és e o que tens de melhor para oferecer
Acreditarmos em nós, é fazer com que os outros acreditem!

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Desde a abertura do nosso workspace que nos temos deparado com algumas questões, sendo curioso que algumas delas se repetem. De entre as várias leituras, encontrámos um artigo que apresenta algumas das respostas com que também nos deparamos, e que vão ao encontro daquilo que é a nossa experiência e perspetiva relativamente ao tema. Assim, aqui ficam algumas delas.

1. Como é encarada a questão, nomeadamente pelos outros, de não se trabalhar num escritório, ou num lugar fixo?

Muitas vezes causa alguma estranheza, principalmente a pessoas pouco familiarizadas com o conceito: uma pessoa poder trabalhar a partir de um espaço que não seja o escritório ou sede da empresa. O conceito/formato do escritório tradicional está a mudar e a possibilidade de se escolher o local a partir de onde se trabalha está cada vez mais presente.

2. Então, a pessoa que trabalha ao teu lado pode não ser teu colega?

É uma realidade, uma vez que os espaços de cowork são compostos, normalmente, por freelancers ou pequenas empresas. Neste sentido, a resposta é sim, a pessoa do lado pode não pertencer à mesma empresa, mas não deixa por isso de ser um “companheiro de trabalho”, ou seja, um co-worker.

3. Será estranho trabalhar junto a pessoas de diferentes áreas e/ou empresas?

Esta interdisciplinaridade é mesmo considerada uma das mais valias dos coworks. As sinergias que se criam entre as diferentes áreas de conhecimento, a criatividade, insights e inspirações que advêm desta multiplicidade de áreas e conhecimentos motiva a aprendizagem contínua entre todos.

4. E como é isto de gerir o próprio horário?

Cada vez mais se fala desta mesma possibilidade, de poder conciliar e desenvolver uma carreira com benefícios como é o caso da flexibilidade e gestão do próprio horário. Neste sentido, a resposta é simples: cada um pode gerir o seu horário de acordo com as necessidades e o trabalho que desenvolvem.

5. Qual a vantagem de trabalhar num cowork em relação à possibilidade de poder trabalhar a partir de casa?

Trabalhar a partir de casa pode ser, de facto, uma tentação. No entanto, com o passar do tempo pode tornar-se um pouco monótono e solitário. O leque de oportunidades que traz o facto de trabalhar num local onde são desenvolvidas diversas relações, com diferentes áreas de atuação e conhecimento, e a rede de contactos que se cria são, sem dúvida, algumas das vantagens face ao home office.

Estas são algumas das questões que são muitas vezes colocadas, relativamente aos coworks e que achamos curioso partilhar.

Tens mais perguntas? Fala connosco.

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Coworking. Nómadas digitais. Freelancers. Trabalho remoto. Estas palavras têm estado na ordem do dia e fazem parte das tendências do mundo do trabalho atualmente. Muito devido ao crescimento da tecnologia e aos próprios millenials, têm-se verificado nos últimos tempos as maiores mudanças neste campo, como o aparecimento dos workplaces.

Foi neste contexto que surgiu o “What Works? Exploring the workplaces of tomorrow – A lab by Coworkies”. Este é o título do estudo desenvolvido pelo SPACE10, Startup Everywhere e Coworkies, e que visou perceber como serão os workplaces de “amanhã”, levando os participantes numa verdadeira “viagem de cowork e deixando-os construir os workspaces do futuro”.

Assim, foi criado um grupo de 20 pessoas, composto por profissionais e estudantes com diferentes backgrounds e skills, que se dirigiram ao SPACE10, um workspace de três andares situado em Copenhaga, na Dinamarca.

Na prática, e numa primeira fase, para os participantes ficarem a conhecer melhor os moldes do coworking, ouviram responsáveis de três workspaces dinamarqueses: o Republikken, o DTU Skylab e o Prototype. Estes partilharam as características e o dia a dia dos respetivos workspaces que gerem. Na segunda parte, os participantes realizaram um brainstorm para conseguir imaginar os melhores cenários possíveis, considerando várias restrições. O resultado foram várias soluções inovadoras para o coworking.

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– O primeiro grupo idealizou uma torre de ondas de rádio, localizada em Reykjavik, Islândia, que permitiria às pessoas conectarem-se para começarem a trabalhar em conjunto, a partir de qualquer lugar do mundo. A torre iria hospedar grandes servidores que forneciam uma conexão confiável aos colegas de trabalho, enquanto usavam a energia térmica.

– Com inspiração nas formigas, o segundo grupo idealizou a construção de um espaço subterrâneo na forma de um triângulo invertido: o local de trabalho seria também um espaço de convívio, com jardins e tudo o que as pessoas precisassem para um equilíbrio perfeito entre o trabalho e a vida pessoal.

– Por fim, o terceiro grupo pensou numa rede de minibus-coworking, a qual poderia ser utilizada para sair nas horas mortas do escritório. Para além destas ideias-chave, as principais tendências abordadas relacionaram-se com o próprio coworking “sair” dos espaços de cowork, passando para espaços como restaurantes ou aeroportos, por exemplo; a digitalização do coworking com plataformas, como o caso do blog Coworkies; e workspaces verticais, dedicados por exemplo apenas a mulheres ou a startups.

Estas foram assim algumas das conclusões do estudo pensado por vários profissionais interessados no tema dos workspaces, e que teve como objetivo perceber como poderão estes ser no futuro.

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Para todos os interessados em criar uma start-up, nasceu agora um motor de busca que promete dar resposta, e conselhos, face a muitas dificuldades que surgem no início do negócio.

Chama-se FirstSearch e reúne uma extensa base de dados com leituras pedagógicas essenciais para quem se pretende lançar no mundo das start-ups. Neste campo, é necessário ter acesso a informação fidedigna e valiosa, visto existirem na Internet variados canais e muito “ruído” que precisa de ser filtrado, e só com informação desta tipologia será possível transformar uma ideia num projeto sustentável.

No total, são mais de 10 mil artigos sobre mais de 260 disciplinas que fazem parte da plataforma concebida pela empresa de capital de risco First VC. Consistem em conteúdos partilhados por várias centenas de especialistas com vasta experiência, que dão conselhos de negócio e recomendações para os empreendedores seguirem o caminho certo.

Os próximos meses serão dedicados, segundo a First VC, a efetuar melhoramentos e a possibilidade de maior personalização para os utilizadores do FirstSearch.

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